Fórmula 1

Williams pode ficar ainda mais para trás em 2018, alerta Massa

AFP PHOTO / MOHD RASFAN
Felipe Massa (direita) persegue Lance Stroll durante o GP de Cingapura Imagem: AFP PHOTO / MOHD RASFAN

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

12/10/2017 04h00

O segundo semestre da atual temporada da Fórmula 1 está dando motivos para Williams e Force India, atualmente quarta e quinta colocadas no mundial, se preocuparem em relação ao campeonato de 2018. Afinal, com orçamentos bem maiores, Renault e McLaren dão sinais de recuperação e têm tudo para não apenas comprometer os resultados dos dois times em um futuro próximo, como também impactar negativamente em sua situação financeira.

No caso da Williams, o orçamento já é um problema para o ano que vem, uma vez que o time perdeu dois patrocinadores, a Randstad e Avanade. E esse é um dos motivos para a demora na decisão do companheiro de Lance Stroll.

Tanto, que Felipe Massa, que não leva dinheiro para a equipe e teria de aceitar uma diminuição em seu salário para permanecer ano que vem, diz estar analisando a situação global do time.

“O carro, toda a parte mecânica, é o que vai contar mais, porque sabemos que temos um bom motor. Então temos que ver se essas equipes vão conseguir fazer um carro bom. Ainda é cedo para dizer, mas sem dúvida estou analisando bastante o que eles estão fazendo para o ano que vem até em relação ao meu futuro.”

A expectativa é que a Williams seja superada pela McLaren, que terá motores Renault ano que vem e acredita que brigará no mesmo nível da Red Bull, por pódios, e pela própria equipe de fábrica da Renault, depois dos franceses terem reestruturado o time pelos dois últimos anos.

Outra equipe que tem motivos para ficar alerta é a Force India, cujo orçamento é inclusive menor que o da Williams. E, para o mexicano Sergio Perez, quem ameaça mais seriamente a quarta colocação entre os construtores, posição em que seu time tem se mantido nos últimos dois anos, é a McLaren.

“Vejo coisas acontecendo na equipe que fazem com que eu acredite que podemos evoluir com um orçamento maior. Obviamente, ano que vem será um grande desafio. A equipe com a qual estou mais preocupado é a McLaren. Se tudo o que eles estão falando sobre o chassi é verdade, então acho que eles estarão muito fortes ano que vem. Então teremos as Renault, as McLaren e também a Williams. Não será fácil”, admitiu o mexicano, que está confirmado ao lado de Esteban Ocon para 2018.

A distribuição do dinheiro obtido com os direitos de transmissão depende, entre outros fatores, da colocação no mundial de construtores trata-se de uma importante fonte de renda das equipes, especialmente no meio do pelotão.

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