Fórmula 1

Viagens pelo mundo, vinhos e paixão pela F-1; os 'parças' de Massa

Luiza Oliveira/UOL
Edison Cortez e Alex Reiller são muitos amigos de Massa Imagem: Luiza Oliveira/UOL

Luiza Oliveira

Do UOL, em São Paulo

12/11/2017 04h00

Felipe Massa passa o ano viajando pelo mundo com a Fórmula 1 e quase não passa tempo para ficar em casa. Mas nem por isso ele está sozinho. Além da família que sempre o acompanha, ele tem seus ‘parças’. Os amigos são fieis escudeiros e vão para vários países do circuito seguindo o piloto e compartilhando as mesmas paixões.

O que os une é o amor pelo automobilismo e a vontade de estar juntos, já que cada um mora em um continente. Seja em Miami, Milão, São Paulo ou Rio Claro eles se viram como podem para se encontrar. O grupo tem entre 6 e 8 pessoas no total e pelo menos quatro vão para cada corrida.

“Somos amigos, muito amigos, é uma honra. É um grupo muito seleto, é difícil ter uma amizade tão forte”, conta Alex Reiller, um dos grandes parceiros de Massa.

Alex mora em Milão, é produtor de vinhos e sócio de Galvão Buenos na Bueno Wines. Entre os processos de produção do vinho no Brasil e na Itália, ele arranja tempo para ir aos GPs. Como mora na Itália, a logística é mais fácil.

“Moro em Milão, então em 2h30 estou em Mônaco. Estou a 20 min de Monza, a 1 hora da Espanha, dá o mesmo que daqui até santos. Geralmente eu fico o fim de semana, sexta, sábado e domingo. Eu vou às corridas há dez anos”, conta ele.

Quem está sempre junto também é José Viti. Ele também enaltece a relação com Massa. “É uma amizade muito verdadeira, amigo é amigo. Damos apoio em tudo o que ele precisa. Desde 2010, somos próximos, já conhecemos bem a família, mantemos contato e vamos continuar no ano que vem, independentemente de onde ele estiver. Talvez na formula E”, fala sobre os possíveis planos futuros de Massa a partir do ano que vem quando se aposentar da Fórmula 1.

Luiza Oliveira/UOL
Imagem: Luiza Oliveira/UOL

Viti é piloto da categoria esportiva Mercedes-Benz Challenge e empresário do ramo imobiliário. Nesta temporada, ele foi para Barcelona, Monza e veio para São Paulo. No ano passado, marcou presença nos Grandes Prêmios da Espanha, da Itália, de Abu Dhabi, México, Estados Unidos e São Paulo. “Eu moro no interior de são Paulo, me programo para uma semana ir e voltar, concilio com a minha temporada de Mercedes Challenge”, conta.

Já Edison Cortez é um dos mais assíduos do circuito. Curiosamente, ele mora em Miami, mas seus negócios estão em São Paulo, já que é dono de um jornal e uma rádio na pequena Rio Claro. Mas a distância não o impede de seguir Massa.

Pelo contrário. É um dos frequentadores mais assíduos do circuito e há quatro anos não perde um GP sequer. Mais que amante, já se tornou entendedor da modalidade e praticamente faz parte do estafe de Massa. Assiste a todos os treinos do box e fica atento a cada movimento da equipe. Usa até os fones de ouvido da equipe para ouvir todas as informações do rádio. 

A paixão por carros é tão presente na vida dos ‘parças’ que a turma tem rotina muito regrada e não é adepta de badalações. Durante a temporada, basicamente fazem o trajeto hotel/circuito/hotel.

Só há uma outra paixão em comum: os vinhos.  Quando perguntando sobre o que gostam de fazer quando não estão ocupados com a Fórmula 1, são unânimes em dizer. Por isso, fazem questão de sair para jantar e degustar uma boa garrafa nas cidades que visitam. Massa, por exemplo, aprecia muito os vinhos da região da Toscana, na Itália.

“O ritmo é tranquilo. A gente só gosta de tomar um bom vinho, mas só até quarta-feira ou depois da corrida. Tem que ser bem leve. O Felipe não pode tomar álcool”, conta Alex.

Eles não são 'Tois'

A vida é confortável, mas quem pensa que os parças de Felipe se assemelham aos ‘Tois’ de Neymar se enganou. Na Fórmula 1, não há muitas regalias. Cada um planeja e paga a sua própria viagem e se vira como pode para bancar o hobby que não é dos mais baratos. E também não faltam perrengues.

 “A gente divide quarto, às vezes dorme no mesmo hotel do Felipe, as vezes não. Tentamos nos planejar, mas às vezes vamos de última hora. E cada viagem é uma emoção. Eu não falo inglês, eu falo caipirês, me comunico às vezes por sinal, brinco que falo a linguagem universal, sou poliglota. Dá um trabalhinho, mas a paixão fala mais alto”, conta Viti.

Sobre a comparação com Neymar, Edison deixa claro. “É bem diferente, aqui não tem badalação. É bastante familiar e o Felipe não paga nada para a gente”.

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