Fórmula 1

Hamilton defende que F-1 siga no Brasil mesmo após assaltos em SP

Mark Thompson/Getty Images
Lewis Hamilton, da Mercedes, durante os treinos do GP do Brasil Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

14/11/2017 09h56

A organização do GP do Brasil sofreu duras críticas no último final de semana devido à sequência de atos violentos contra profissionais que trabalhavam na prova. O caso mais grave foi o assalto a membros da equipe Mercedes na saída do autódromo de Interlagos na sexta-feira, mas outros carros - da Williams e da própria Federação Internacional de Automobilismo foram atacados também na sexta-feira; e Sauber, no sábado, e Pirelli, no domingo, também sofreram abordados.

A sequência de episódios irritou a FIA, que chegou a publicar um comunicado pedindo que os profissionais até trocassem de roupa antes de saírem do autódromo para evitarem serem identificados.

Lewis Hamilton, contudo, afirmou que isso não é motivo para que a F-1 deixe Interlagos.

“Definitivamente acho que deveríamos correr aqui. Eu amo correr aqui. Gostaria que a pista fosse mais longa, como nos velhos tempos, mas amo correr aqui e sempre digo que são os torcedores que fazem a diferença. Se não houvessem torcedores de verdade nas arquibancadas acho que metade do clima se perderia”, afirmou o piloto inglês.

“Honestamente, não sei nada sobre política, ou se os números de violência estão aumentando ou não. Este final de semana acabou chamando a atenção para algo que sempre foi um problema. Eu me certifico de ter um segurança e escolta policial e nunca me sinto ameaçado. Mas não é o mesmo para os demais.”

Hamilton comparou a situação do Brasil com a do México e disse que o país poderia aprender com o palco da etapa anterior.

“Acho que no México temos um esquema melhor, até mesmo nos hotéis. Então é algo que tomara que possamos implementar para o ano que vem, mas definitivamente não acho que deveríamos esconder que essas coisas negativas aconteceram, e sim usar como oportunidade para melhorar. Tomara que o governo veja como uma oportunidade de melhorar.”

O contrato atual do GP do Brasil vai até o final de 2020.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Topo