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Fotos

EM ALTA: Alan (Guangzhou Evergrande). O atacante revelado no Fluminense seria reserva de Jackson Martínez na temporada, mas a lesão do colombiano abriu espaço para que Alan brilhasse no ataque do time campeão ao lado de Goulart. Fez 14 gols e deu quatro assistências. Sua permanência, porém, não é garantida para 2017, já que os times chineses terão menos vagas para estrangeiros. VCG/Getty Images Mais

EM ALTA: Alan Kardec (Chongqing Lifan). O centroavante não jogou a maior parte do campeonato, já que acertou sua saída do São Paulo nos últimos momentos da janela de transferências chinesa. Mas logo que chegou ao Lifan, tornou-se referência do ataque. Fez sete gols e deu duas assistências em dez partidas. A equipe terminou em oitavo. Divulgação Mais

EM ALTA: Alex Teixeira (Jiangsu Suning). Contratado pelo valor recorde de 50 milhões de euros - número que seria superado mais tarde por Hulk -, o atacante revelado no Vasco teve um início irregular, mas encontrou seu melhor futebol especialmente na segunda metade da temporada. Foram 11 gols, oito assistências e o vice-campeonato chinês. Divulgação Mais

NA MÉDIA: Aloísio (Hebei China Fortune). O "Boi Bandido" começou a temporada no Shandong Luneng de forma irregular, com só cinco jogos como titular e um gol. A situação melhorou quando ele trocou de time no meio do ano e foi para o Hebei China Fortune, para suprir as lesões de Lavezzi e Gervinho. Foram seis gols em 11 jogos e bons desempenhos, apesar da temporada frustrante do time, que terminou em sétimo. VCG/Getty Images Mais

NA MÉDIA: Anselmo Ramon (Hangzhou Greentown). Uma lesão tirou o ex-centroavante do Cruzeiro no primeiro semestre, mas ele teve boas atuações ao voltar à ativa e recuperar a titularidade. Foram sete gols e duas assistências em 14 partidas, o que não foi suficiente para evitar o rebaixamento do Greentown. Divulgação Mais

EM BAIXA: Denílson Gabionetta (Hangzhou Greentown). Desconhecido do grande público brasileiro, o atacante que se destacou em times menores da Itália não conseguiu ter uma grande temporada no rebaixado Hangzhou Greentown. Em 29 jogos, foram cinco gols e cinco assistências. VCG/Getty Images Mais

EM BAIXA: Diego Maurício (Shijiazhuang Ever Bright). Ex-atacante do Flamengo, o "Drogbinha" não conseguiu fazer muita coisa na fraca equipe do Shijiazhuang Ever Bright, que terminou na última colocação do Chinês. Em 25 jogos, foram só quatro gols e uma assistência. VCG/Getty Images Mais

EM BAIXA: Diego Tardelli (Shandong Luneng). O atacante acabou encostado no meio da temporada com a chegada dos atacantes Papiss Cissé e Graziano Pellè, que estouraram a cota de estrangeiros do clube. O escolhido para perder a vaga foi Tardelli, cuja última atuação foi em julho. No primeiro semestre, foram 12 jogos, com três gols e três assistências. AFP Mais

EM ALTA: Elkeson (Shanghai SIPG). Apesar de passar seu primeiro ano sem títulos na China, o maior artilheiro estrangeiro da história do país fez uma ótima temporada pelo SIPG, seu novo clube. Ao lado de Darío Conca, Elkeson brilhou com 10 gols e 12 assistências no Campeonato Chinês. Na Liga dos Campeões da Ásia, foi eliminado nas quartas de final. VCG/Getty Images Mais

EM ALTA: Fernandinho (Chongqing Lifan). Revelado no Flamengo, o ponta canhoto é pouco lembrado no Brasil, mas fez uma boa temporada pelo Lifan, que terminou na oitava posição. Foram nove gols, seis assistências e uma ótima parceria com Alan Kardec, que chegou no meio do campeonato. VCG/Getty Images Mais

EM ALTA: Geuvânio (Tianjin Quanjian). Na segunda divisão chinesa, o habilidoso atacante foi facilmente um dos destaques no título do Tianjin. Em 29 jogos, fez nove gols e deu 11 assistências. O ex-atleta do Santos foi bastante elogiado pelo técnico Fabio Cannavaro que substituiu Vanderlei Luxemburgo em junho. Divulgação Mais

NA MÉDIA: Gil (Shandong Luneng). Jogador constantemente convocado por Tite para a seleção brasileira, Gil sofreu com a péssima campanha do Shandong, que terminou em 14º e quase foi rebaixado. Apesar dos vários problemas defensivos do time, as atuações individuais do zagueiro não foram ruins nos 27 jogos que ele fez como titular no Chinês. Divulgação Mais

NA MÉDIA: Hulk (Shanghai SIPG). A temporada de Hulk ficou abaixo das expectativas muito por conta dos problemas físicos. O atacante chegou em julho custando 55 milhões de euros - o mais caro da história do futebol chinês - e se machucou logo de cara. Ainda assim, voltou na reta final e fez cinco gols em sete jogos. Fica a expectativa por um ano sem lesões em 2017. ST/AFP Photo Mais

EM ALTA: Ivo (Henan Jianye). O meia com passagens por Palmeiras e Ponte Preta foi um dos melhores garçons do campeonato, com sete assistências, além de ter contribuído com quatro gols. O Henan Jianye fez um campeonato ruim e terminou na 13ª posição, mas Ivo se destacou. Para 2017, ele assinou com o Beijing Renhe, da segunda divisão. VCG/Getty Images Mais

EM ALTA: Jadson (Tianjin Quanjian). O camisa 10 foi o grande maestro do Tianjin na campanha que culminou com o título da segunda divisão chinesa. Jadson foi o líder de assistências da competição, com 15 passes para gol, e ainda deixou seis bolas na rede. A permanência em 2017, porém, ainda é incerta. CLAYTON DE SOUZA/ESTADÃO CONTEÚDO Mais

EM BAIXA: Jô (Jiangsu Suning). O desempenho do centroavante pelo clube chinês não foi ruim: 11 gols e três assistências em 26 jogos na primeira metade da temporada. Porém, em julho, ele foi dispensado pela equipe, que contratou o atacante colombiano Roger Martínez e excedeu o limite de estrangeiros. Sem jogar há um semestre, Jô tentará se reerguer no Corinthians em 2017. VCG/Getty Images Mais

NA MÉDIA: Jucilei (Shandong Luneng). O time foi muito mal no Chinês, ficou em 14º e quase caiu, mas Jucilei foi um dos poucos jogadores que se salvaram. Em alguns jogos, o volante chegou até a atuar como zagueiro ao lado de Gil, para tentar solucionar a fraqueza defensiva da equipe. Fez todos os 30 jogos como titular no campeonato, marcou um gol e deu uma assistência. VCG/Getty Images Mais

EM ALTA: Luís Fabiano (Tianjin Quanjian). O veterano centroavante foi o artilheiro da segunda divisão chinesa, com 23 gols em 29 jogos, e peça fundamental para o título e o acesso do Tianjin. Não renovou seu contrato para defender a equipe na elite do futebol chinês em 2017 e procura novo clube. Divulgação Mais

EM ALTA: Paulinho (Guangzhou Evergrande). Não foi só o retorno à seleção brasileira com Tite que marcou o ano de 2016 para Paulinho. Ele também fez uma grande temporada pelo Guangzhou e foi o único brasileiro, além de Goulart, que entrou na seleção do Campeonato Chinês. Foi titular em todos os 30 jogos da liga, fez sete gols e deu duas assistências. Thomas Peter/Reuters Mais

EM ALTA: Ralf (Beijing Guoan). Titular em todos os 34 jogos do time na temporada, Ralf foi um dos destaques do quinto colocado do Campeonato Chinês. O volante tomou apenas dois cartões amarelos, protegeu a defesa com a eficiência de sempre e ainda deixou um golaço de fora da área na vitória sobre o Shanghai SIPG. VCG/Getty Images Mais

EM BAIXA: Ramires (Jiangsu Suning). O volante chegou do Chelsea com altas expectativas, mas viveu altos e baixos na temporada. O destaque maior foi negativo, quando ele foi expulso após uma derrota para o Shandong Luneng e pegou quatro jogos de suspensão. A temporada também teve quatro gols, duas assistências e o vice-campeonato chinês. VCG/Getty Images Mais

EM ALTA: Renatinho (Guangzhou R&F). Em um time sem o mesmo nível de investimento dos gigantes chineses, o meia revelado no Coritiba foi um dos responsáveis pela boa campanha, que culminou com a sexta colocação no campeonato. Foram 23 jogos, nove gols e três assistências do canhoto de 28 anos na liga. VCG/Getty Images Mais

NA MÉDIA: Renato Augusto (Beijing Guoan). Apesar das constantes viagens para defender a seleção brasileira, que fizeram com que Renato perdesse alguns jogos do Campeonato Chinês, o saldo foi positivo. Titular absoluto, o meio-campista contribuiu com quatro gols e duas assistências e ajudou a equipe pouco badalada a chegar na quinta colocação. Divulgação/Assessoria de imprensa Mais

EM ALTA: Ricardo Goulart (Guangzhou Evergrande). O atacante foi o principal jogador do futebol chinês em 2016. Campeão nacional, artilheiro com 19 gols, também contribuiu com oito assistências e foi o grande astro do Guangzhou. O único senão da temporada foi a eliminação na primeira fase da Liga dos Campeões da Ásia. VCG/Getty Images Mais

EM BAIXA: Wagner (Tianjin Teda). O meia ex-Cruzeiro e Fluminense fez apenas 11 jogos pelo campeonato, com somente um gol marcado, até perder espaço com a chegada do técnico português Jaime Pacheco. Seu último jogo pelo Tianjin Teda foi em junho. Para retomar a carreira em 2017, ele negocia um retorno ao futebol brasileiro e pode ir para o Corinthians. VCG/Getty Images Mais

Os brasileiros na China em 2016: quem foi bem e quem foi mal

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