UOL Esporte Brasileirão - Série A
 
26/05/2010 - 11h30

Com carência de atacantes, Rogério aposta em alternativas ofensivas no Fla

Cauê Rademaker
No Rio de Janeiro

Principal nome do Flamengo, Adriano está de saída para a Itália. Bruno Mezenga também está de malas prontas, mas para o futebol polonês. Além disso, Dênis Marques e Gil estão em baixa com o técnico Rogério Lourenço. Por conta dessa carência de atacantes, o treinador tenta criar alternativas para o time não perder poder de fogo.

Nesta noite, diante do Fluminense, Vagner Love será o único centroavante de ofício na equipe titular. Ao seu lado provavelmente estará o meia Vinicius Pacheco, que deverá atuar mais adiantado, em função que já atuou, sem sucesso, em alguns jogos da temporada. O novato Diego Maurício ficará no banco.

O fato, porém, dá a impressão de não preocupar Rogério Lourenço, que também coleciona problemas para armar o meio-campo, mas aposta em uma equipe solidária ofensivamente.

“É óbvio que estamos com carência na posição, mas o ataque não vive só de atacante. Podemos ter só um na escalação e fazer uma formação ofensiva com meias e laterais se aproximando”, explicou Rogério.

“Vamos buscar uma solução diferente. O problema é que não temos tempo para treinamento. Portanto, vamos ter de conversar bastante e fazer os ajustes possíveis”, prosseguiu o treinador.

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Por sinal, a formação que vai a campo nesta quarta-feira, às 19h30, no Maracanã, treinou menos de 20 minutos junta. Esse foi o tempo do trabalho tático feito pelo técnico na véspera do clássico.

Além do ataque, Rogério não terá no meio-campo o meia Petkovic e o volante Willians, machucados. Michael, titular do time na armação, sente dores no joelho direito e dificilmente terá condições de atuar.

“A gente teve alguns problemas. Primeiro o Willians, que chegou com a fratura na mão, depois o Michael, que ainda está com dor no joelho. Então testei duas formações, mas ainda não defini”, afirmou.

A primeira escalação tinha Bruno; Leonardo Moura, David, Ronaldo Angelim e Juan; Rômulo, Toró, Fernando e Ramon; Vinicius Pacheco e Vagner Love. Depois, entraram o zagueiro Wellinton e o meia Camacho, nas vagas de Rômulo e Ramon.

“Todo jogador tem de estar pronto sempre. Dei chance ao Denis Marques [contra o São Paulo], mas ele não aproveitou. A fila anda. Mas isso não quer dizer que não possa vir a jogar de novo comigo”, concluiu Rogério Lourenço.

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