UOL Esporte Brasileirão - Série A
 
29/05/2010 - 07h06

Joel Santana ignora goleada do Botafogo para o Vasco no Estadual

Pedro Ponzoni
No Rio de Janeiro
  • Técnico Joel Santana prefere esquecer a goleada imposta pelo Vasco, pela terceira rodada do Estadual do Rio

    Técnico Joel Santana prefere esquecer a goleada imposta pelo Vasco, pela terceira rodada do Estadual do Rio

Leandro Guerreiro chegou a dizer após a derrota para o Cruzeiro por 1 a 0, que a goleada sofrida para o Vasco no Estadual do Rio, serviria de motivação para o grupo do Botafogo visando a partida entre as duas equipes neste domingo, às 18h30, no Engenhão, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

Entretanto, se depender de Joel Santana esse fato precisa ser esquecido. O técnico prefere recordar a final da Taça Guanabara, quando perguntado sobre as lembranças do clássico. Na oportunidade, o Alvinegro venceu por 2 a 0 e deu um passo importante para ser campeão estadual.

“Esse jogo tem mais de quatro meses. Nem lembro mais dessa partida. Me recordo sim da vitória por 2 a 0, quando vencemos a Taça Guanabara. Prefiro guardar somente as lembranças boas”, avaliou.

A goleada sofrida para o Vasco por 6 a 0, ocorreu no dia 24 de janeiro deste ano e foi válida pela terceira rodada do Estadual do Rio. O resultado foi considerado por muitos como um marco da temporada. Isto porque, Estevam Soares deixou o comando técnico e Joel Santana assumiu em seu lugar. O experiente treinador conseguiu acertar a equipe, que acabou se sagrando campeã regional.

Para o jogo deste domingo, Joel chegou a fazer mistério. Ele não divulgou se irá escalar Sandro Silva ou Túlio Souza como segundo volante. O último foi testado no treinamento tático realizado sexta-feira, no Engenhão.

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Independentemente do time que entrará em campo, o técnico tem plena certeza que o grupo está com ele. Na derrota para o Cruzeiro, Edno e Alex formaram um bom ataque na segunda etapa. No entanto, Joel optou por manter Caio e Herrera na frente. A dupla não atuou no Mineirão porque estava suspensa.

“Todos os jogadores sabem como eu trabalho. E não tenho titulares ou reservas. Tenho um grupo de soldados à disposição do Botafogo. Eu sou o comandante e preciso tomar as decisões certa. Caso eu acerte o grupo terá vencido a partida. Caso contrário, eu seria apontado coma a pessoa que perdeu. Guardo minhas decisões, mas não tenho qualquer tipo de dúvida. Sempre pensei dessa forma em minha vida”, encerrou.

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