UOL Esporte Brasileirão - Série A
 
Mario Ângelo/AE

Mano Menezes comandou normalmente treino antes de resposta sobre seleção

24/07/2010 - 11h51

Mano comanda Corinthians contra Guarani, e Andrés fala até em Mourinho

Do UOL Esporte
Em São Paulo

O técnico do Corinthians, Mano Menezes, afirmou neste sábado que aceitou o convite do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ricardo Teixeira e será o novo treinador da seleção nacional. No entanto, Mano fez questão de ressaltar que o seu trabalho no clube alvinegro só será encerrado após o duelo deste domingo contra o Guarani, às 18h30, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“Eu até domingo vou continuar com o maior respeito com o Corinthians e só termino o meu trabalho depois do jogo contra o Guarani. Eu sei que vocês vão continuar me perguntando coisas sobre a seleção depois do jogo, mas vou começar a responder estas questões só na segunda-feira”, afirmou Mano Menezes.

Neste sábado, antes de anunciar que aceitava o convite da CBF, o técnico comandou o treino do Corinthians normalmente no Parque São Jorge.

Depois do pronunciamento de Mano, o presidente da equipe paulista, Andrés Sanchez, foi questionado sobre quem seria o substituto de treinador e, em tom irônico, citou até mesmo o nome do técnico português José Mourinho, recém-contratado pelo Real Madrid.

“O novo treinador do Corinthians pode ser o Mourinho, o Alex Fergunson [do Manchester United]. O Felipão é um grande treinador, tem o Parreira”, respondeu Sanchez, abusando de ironias.

Na avaliação do mandatário alvinegro, o Corinthians não buscará um perfil pré-definido. O novo comandante é quem terá de se enquadrar ao projeto do clube.

"Não tem essa não de buscar o técnico que tem um jeito mais calmo ou mais enérgico. Quem vier vai ver que existe um planejamento que o Mano ajudou a construir. Quem chegar vai complementar esse plano que já foi feito", frisou o presidente do clube.

Adílson Batista, atualmente sem clube, é o principal cotado ao cargo de comandante corintiano. O técnico move ação trabalhista contra o clube, alegando que não recebeu todas as obrigações contratuais da época em que atuou como jogador no Corinthians, em 2000. O imbróglio, porém, pode ser resolvido caso haja negociação para que Adílson assuma o posto corintiano.

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