UOL Esporte Brasileirão - Série A
 
17/08/2010 - 19h33

Cuca diz que Gilberto é imprescindível ao Cruzeiro: "É um líder em campo"

Gustavo Andrade
Em Belo Horizonte
  • Gilberto, que se recupera de contusão e não atua desde 22 de julho, está em fase final de tratamento

    Gilberto, que se recupera de contusão e não atua desde 22 de julho, está em fase final de tratamento

Ainda em recuperação de tendinite no tornozelo esquerdo, Gilberto desfalcou o Cruzeiro nas últimas quatro partidas. Com duas Copas do Mundo no currículo, o jogador é aguardado com ansiedade pelo técnico Cuca para o jogo diante do Vitória, no domingo, às 18h30 (de Brasília), em Ipatinga, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para o treinador cruzeirense, o meia exerce liderança imprescindível.

“Estive em reunião com o departamento médico, vendo como estão as coisas para a volta do Gilberto. O Gilberto, para mim, é um jogador imprescindível, é fundamental. Para minha decisão de time, eu preciso do Gilberto. Estamos em busca da volta dele”, afirmou Cuca.

“É um jogador que o condicionamento físico dele não me importa, porque com a idade que ele tem, com os caminhos que ele percorreu no futebol, a volta dele vai ser mais rápida que a gente imagina. Ele é um jogador maduro e é um líder dentro de campo. É um líder que preciso em campo para determinadas situações de jogo. E ele é uma dessas lideranças que a gente precisa”, acrescentou o treinador.

Nesta terça-feira, Gilberto fez trabalho de transição do tratamento da lesão no tornozelo esquerdo para o início das atividades físicas. O meia não joga desde a derrota para o Fluminense por 1 a 0, no Maracanã, em 22 de julho. Inicialmente, ele teve uma lesão de panturrilha, seguida depois por tendinite.

Além de Gilberto, Cuca aguarda pelo retorno do lateral-direito Jonathan, que foi poupado do empate em 2 a 2 com o São Paulo, no último domingo, em função de dor na coxa direita. O treinador conta com as opiniões de médicos e preparadores físicos do clube, mas também com o diálogo com os atletas.

“Conto com eles (Gilberto e Jonathan), sim. Mas estarem aptos para jogar é outra situação. Gosto muito de ouvir o jogador. Eu respeito o departamento médico e o departamento físico e não tomo situação sozinho, não sou autoritário e nem manda-chuva, mas gosto muito de ouvir o jogador. Quando o jogador fala que está pronto, é o que mais gosto de ouvir no futebol”, disse.

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