Gremista Edílson explica provocação e vê prepotência em declaração de Argel

Do UOL, em São Paulo

O Gre-Nal em campo acabou no domingo, mas a repercussão do clássico ainda é grande. Nesta terça-feira, o lateral gremista Edílson concedeu uma entrevista ao "Sportv" na qual explicou as provocações após a vitória por 1 a 0 no Beira-Rio e disse que achou prepotente uma frase de Argel em um áudio que vazou na semana anterior.

Nele, Argel diz a seguinte frase: "Domingo, se Deus quiser e ele quer, a gente arruma a casa e passa o trator por cima dos cara (sic)". Apesar de a expressão "passar o trator" ter alimentado a polêmica, o que incomodou Edílson foi outra passagem.

"Foi uma forma natural de falar (sobre o trator). Só não achei legal, uma prepotência ele dizer que se 'Deus quiser vou vencer'. Deus tem tanta coisa para cuidar, guerra um monte de coisa. Eu só peço a Deus saúde", disse o jogador ao Sportv.

Ao final do jogo, Edílson retribuiu a provocação ao repetir o gesto de Sasha no final do Campeonato Gaúcho, quando pegou a bandeirinha e dançou a "Valsa dos 15 anos" em alusão ao período de jejum de taças importantes do Grêmio.

"Queria deixar claro que foi uma provocação sim, mas sadia. O futebol está carente de coisas que apimentem de uma forma positiva. Não de violência. Em nenhum momento desrespeitei a torcida do Inter. Talvez se eles vencessem fizessem da mesma forma. Tenho amigos que jogam no Inter, como o Paulão. Aquilo ali foi na hora, espontâneo, para apimentar a rivalidade positiva", completou.

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