Como pontaria do ataque explica crise sem fim do Internacional

Jeremias Wernek

Do UOL, em Porto Alegre

Quatro jogos sem marcar e uma média baixíssima de chances criadas em todo o Campeonato Brasileiro. O ataque ajuda a explicar a crise do Internacional, que tem cinco derrotas seguidas e somou um ponto em 21 disputados. Para o próprio clube, o problema já deixou de ser técnico e passou a ser psicológico.

Os números falam por si. Em 15 jogos, o Inter marcou 15 gols. É o terceiro pior ataque do Brasileirão, somente à frente de América-MG e Figueirense.

O site WhoScored ainda mostra outro dado alarmante. O Internacional é o segundo pior time em média de chutes no gol no Campeonato Brasileiro: 3,9 por partida. O Palmeiras, por exemplo, finaliza 5,8 vezes no gol adversário por compromisso disputado.

 

Quando o levantamento é de conclusões em geral, incluindo as erradas, o Colorado pula para o 13º lugar. Neste quesito, o Grêmio é quem lidera a tabela, com 15,1 arremates por jogo.

"Temos que ter mais chegada, mais chutes no gol. Um time de futebol tem que chutar 15 vezes a gol, pelo menos, nos dois tempos. Para chutar, tem que ter confiança", disse Paulo Roberto Falcão, que estreou com derrota diante do Palmeiras e viu seu time arriscar pouco.

Líder até a nona rodada, o Internacional já está 12 pontos atrás do atual primeiro colocado. E tem apenas cinco pontos de vantagem em relação ao primeiro time na zona do rebaixamento. Na próxima rodada, o Colorado visita a Ponte Preta. E precisa não só chutar, mas fazer gols.

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