Apesar de tropeços, dupla de R$ 30 mi vai conduzindo reação do Cruzeiro

Enrico Bruno e Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Pedro Vilela/Light Press/Cruzeiro

    Rafael Sóbis e Ramón Ábila conduzem a reação do Cruzeiro no Brasileirão

    Rafael Sóbis e Ramón Ábila conduzem a reação do Cruzeiro no Brasileirão

Rafael Sóbis (R$ 16,6 milhões) e Ramón Ábila (R$ 13,5 milhões) custaram R$ 30 milhões aos cofres do Cruzeiro. O investimento nos atacantes, contudo, tem surtido efeito. Desde a chegada de Mano Menezes à Toca da Raposa II, a dupla rende conforme o esperado.

A reação da equipe no Campeonato Brasileiro – freada nas derrotas para Botafogo e São Paulo – é conduzida pelos atacantes. Eles são responsáveis por nove dos 13 gols feitos pelo time na principal competição nacional. O número equivale a 69% do poderio ofensivo do time. O argentino marcou seis, enquanto o brasileiro anotou três. Rafinha, Henrique, Robinho e Arrascaeta assinalaram os outros quatro.

Os atacantes têm se destacado tanto que o gringo já alcançou o posto de artilheiro do clube na atual edição do Brasileirão. O gaúcho que herdou a camisa 7, por outro lado, é o único a fazer um hat-trick pelo clube na temporada.

Contratado junto ao Huracán, da Argentina, Ramón Ábila caiu rapidamente nas graças da torcida e do treinador. Sob a batuta de Mano Menezes, ele disputou oito jogos do Brasileirão, sendo apenas um na condição de suplente, e balançou as redes adversárias seis vezes. E o jogador garante que não está surpreso.

"Esperava que acontecesse o que está acontecendo agora. Cheguei aqui para fazer o melhor possível. Quando as coisas acontecem tão rápido como agora, tenho que ficar feliz. Porque foi para isso que fui contratado, para fazer gols", afirmou o argentino.

Rafael Sóbis chegou a Belo Horizonte depois de ser contratado junto ao Tigres, do México. O atacante foi o único atleta do elenco a marcar um hat-trick pelo Cruzeiro no ano. Na vitória por 4 a 2 sobre o Internacional, no estádio Independência, ele balançou as redes em três oportunidades. Ele atribui o bom momento ao entrosamento com o grupo de atletas.

"Não só com o Ábila (há entrosamento), mas com o time todo. São jogadores inteligentes. Sofremos um pouco pela fase, porque é difícil produzir quando você está sob pressão ou quando o rival não te respeita. Seguimos ali", declarou.

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