Por que Wellington fez tanta falta ao Fluminense durante suspensão

Bernardo Gentile

Do UOL, no Rio de Janeiro

  • Mailson Santana/Fluminense

Pela primeira vez desde que assumiu a condição de titular absoluto, Wellington desfalcou o Fluminense diante da Chapecoense, na quinta-feira (15). Ele cumpriu suspensão devido ao terceiro cartão amarelo e, do camarote, viu o Tricolor ter atuação contestada e ser derrotado para os catarinenses.

Com características únicas no elenco, Wellington fez muita falta ao Fluminense. Primeiro porque o atacante vivia grande momento, chamando sempre a responsabilidade ao cair pelos lados do campo. Além disso, a efetividade do jogador nos dribles desarma a defesa adversária, o que vinha sendo uma arma do Tricolor.

Sem o jogador, o Fluminense parecia muito mais engessado diante da Chapecoense. A solução foi apostar nas bolas paradas. Cícero marcou um gol dessa forma, em passe de Gustavo Scarpa. Mas foi pouco. Além da assistência, o camisa 40 não conseguiu repetir as boas atuações das últimas rodadas.

Muito disso está ligado à ausência de Wellington, que acabava dividindo a criação das jogadas e dava mais liberdade a Scarpa. Marquinho foi escolhido para auxiliar o camisa 40 nessa função, mas não conseguiu furar a retranca com passes. Faltou o drible, principal arma do atacante suspenso.

Marcos Júnior poderia utilizar sua velocidade para desafogar, mas acabou preso na marcação do lateral adversário e pouco conseguiu criar ofensivamente. A falta dessa característica tornou o Fluminense previsível. Melhor para o Tricolor que Wellington está de volta ao time neste domingo, contra o Grêmio, em Porto Alegre.

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