Marcão ainda não desistiu do Flu na Libertadores: "Vai que sobra uma vaga"

Bernardo Gentile

Do UOL, no Rio de Janeiro

O empate diante do Atlético-PR por 1 a 1 no Maracanã deixou o Fluminense em situação ainda mais complicada. O técnico Marcão sabe disso, mas se recusou a jogar a toalha. Para ele, ainda existe uma possibilidade e, para isso, o Tricolor terá que vencer todos os três jogos restantes: Ponte Preta, Figueirense e Inter.

"Temos três partidas pela frente. Não adianta fazer contas. É jogo a jogo. Temos que fazer o máximo de pontos possíveis, buscar fora de casa. Vamos dar nosso melhor e ver o que acontece no final. Vai que sobra uma vaga para gente", disse o treinador do Fluminense.

Ele teve uma semana para preparar a equipe para o jogo deste sábado. Todas as atividades foram fechadas, sem a presença da imprensa. Em campo, foi possível ver algumas novidades. A mais evidente foi Cícero ter atuado como atacante no primeiro tempo. Outra foi a entrada de Marquinho na equipe.

"Quando há uma mudança precisamos criar situações para deixar o grupo confiante. Achei que o marquinho deveria estar junto. Pessoa de grupo, que leva para cima. Já passou momentos difíceis no clube e precisava estar dentro. Funcionou. Houve bastante variações e pensei que conseguiríamos a vitória. Quando vi que recuei, tentei adiantar o time. Recuei o Cicero e mandei o Richarlison para o jogo", explicou o treinador.

Por fim, Marcão lamentou apenas a falta da vitória para coroar o grande público presente no Maracanã: 43.691. O nome dele, inclusive, foi o mais comemorado pelas arquibancadas antes do duelo. "Valeria se estivesse sorrindo, comemorando resultado positivo, falar do meu torcedor em fácil. Compromisso com eles é integral. Queria fechar com chave de ouro com a vitória", finalizou.

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