Com chance remota de Libertadores, técnico do Flu fala em "jogar por honra"

Do UOL, em São Paulo

O técnico do Fluminense, Marcão, parece já não acreditar numa vaga na próxima edição da Taça Libertadores para o Fluminense. Com a derrota para a Ponte Preta, neste domingo (20), por 1 a 0, em Campinas (SP), a situação ficou muito complicada.

O Fluminense caiu para a 11ª posição na tabela, com 49 pontos, e não pode mais chegar aos G6, grupo dos seis primeiros que se classificam para o torneio continental.

O time só pode se classificar num eventual G7. Para isso, precisa torcer para que o Atlético-MG conquiste a Copa do Brasil, vencer os seus dois últimos jogos do Brasileiro e contar com uma combinação de resultados.

"Estamos muito tristes. Queria muito essa vaga. Infelizmente esses resultados não foram o que queríamos. Agora, temos que jogar pela dignidade, honra e pelo respeito ao torcedor", disse Marcão após a partida disputada no estádio Moisés Lucarelli.

"O G7 é só uma possibilidade. Sempre vamos entrar para vencer. Caso aconteça, temos que estar preparados. Eles (os jogadores) vão correr e se dedicar ao máximo para que consigam dar dignidade ao torcedor", afirmou o treinador.

Nas duas últimas partidas do Brasileiro, o Fluminense encara o Figueirense, fora de casa, no domingo (27), e o Internacional, no Rio, no outro domingo (4).

Nos últimos oito jogos, o time tricolor teve cinco derrotas e três empates. A última vitória aconteceu em 1º de outubro (3 a 1 sobre o Sport).

"A gente tem feito o máximo. Lógico que dói bastante. Nossos familiares têm acompanhado nosso dia a dia, não conseguimos dormir direito. É doloroso. A gente quer de alguma forma dar um retorno aos torcedores, mas não deu", disse.

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