Sorteio ajuda, e Atlético poderá enfrentar Grêmio na Arena pela Copa do BR

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL

  • CLEBER YAMAGUCHI/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO

    Sorteio permite Atlético em sua Arena na Copa nacional, mas Libertadores ainda é incógnita

    Sorteio permite Atlético em sua Arena na Copa nacional, mas Libertadores ainda é incógnita

Adversário à parte, o Atlético Paranaense pode comemorar o sorteio da Copa do Brasil, ao menos na definição dos mandos de campo. Repetindo o confronto de 2016 contra o Grêmio na mesma fase, o Furacão temia não poder atuar na Arena da Baixada por conta da cessão do estádio para a realização da Liga Mundial de Vôlei, entre 24 de junho a 11 de julho. Os jogos de ida das quartas de final da Copa do Brasil serão entre 28 de junho e 5 de julho, exatamente no período.

No entanto, a sorte ajudou e o Atlético encara o Grêmio primeiro em Porto Alegre, fazendo o jogo de volta em casa entre 26 de julho e 9 de agosto, já com a Arena liberada. O clube já não enfrentará o Vitória em seu estádio, pelo Brasileirão, no dia 25 de junho. E ainda vive a expectativa de negociar com a Conmebol uma mudança de datas para a primeira partida das oitavas de final da Libertadores, pela mesma razão. Na Copa do Brasil, porém, um problema a menos para a diretoria.

As alternativas mais próximas para o clube são os estádios Vila Capanema, do Paraná Clube, ou Couto Pereira, do Coritiba. Atualmente, o Atlético tem cerca de 24 mil sócios com direito a entrada nos jogos do clube. A Vila Capanema comporta 14.660 pessoas de acordo com o último laudo da Polícia Militar do Paraná. O regulamento da Conmebol, porém, exige um mínimo de 20 mil lugares para essa fase. Em 2007, o Paraná jogou contra o Libertad-PAR com liberação das autoridades em relação a capacidade do estádio, que diminuiu espaços nos últimos anos.

Já o Couto Pereira pode abrigar até 40.502 pessoas. O problema para os atleticanos é a rejeição da torcida do rival Coritiba quanto ao aluguel do estádio. Embora essa seja uma prerrogativa do presidente coxa-branca Rogério Bacellar, o mesmo se vê pressionado a negar um eventual pedido atleticano por conta da pressão política interna.

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