Reserva chega a seis pênaltis defendidos no Botafogo, mas lamenta resultado

Do UOL, em São Paulo

  • Satiro Sodré/SSPress/Botafogo

    Goleiros do Botafogo, Jefferson e Gatito Fernández treinam juntos no Estádio Nilton Santos

    Goleiros do Botafogo, Jefferson e Gatito Fernández treinam juntos no Estádio Nilton Santos

Gatito Fernández tinha tudo para encerrar o sábado (29) como herói. Quando o Botafogo vencia o São Paulo por 2 a 1 no Engenhão, o goleiro defendeu um pênalti cobrado por Cueva e chegou a seis interceptações com a camisa alvinegra – ele disputou apenas 34 partidas desde que foi contratado, no início deste ano. A reação dos paulistas na reta final, contudo, impediu que o sentimento do jogador fosse positivo: os visitantes marcaram três vezes em seis minutos e venceram por 4 a 3.

"Fico muito feliz pela defesa. Pegar pênalti não é fácil, e hoje eu consegui defender. Mas fico triste pelo resultado: fizemos um grande jogo, mas não conseguimos sair com um bom placar", disse o jogador.

"Acho que esse alto número de pênaltis defendidos mostra que tem acontecido uma evolução dos goleiros. Temos conseguido um desempenho melhor, mas não serviu porque perdemos em casa", completou o goleiro.

O que chama mais atenção é que os números positivos não deram a Gatito um lugar entre os titulares do Botafogo. Neste sábado, por exemplo, ele só foi escalado porque Jefferson, ídolo da torcida e dono da posição, acabou poupado pelo técnico Jair Ventura.

"É uma dor de cabeça boa para o Botafogo termos dois goleiros dessa qualidade. São dois jogadores com uma qualidade muito grande", analisou Ventura.

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