De volta, Gustavo Henrique vê Jô como desafio: "não pode dar brecha"

Samir Carvalho

Do UOL, em Santos (SP)

  • RODRIGO GAZZANEL/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

    Gustavo Henrique atuará na vaga de David Braz, que cumpre suspensão

    Gustavo Henrique atuará na vaga de David Braz, que cumpre suspensão

O zagueiro Gustavo Henrique até o momento é a única novidade certa do Santos para o clássico contra o Corinthians neste domingo, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro, válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O defensor, que ficou dez meses sem atuar por conta de uma cirurgia ligamentar no joelho, será titular na vaga de David Braz, suspenso.

Gustavo Henrique deve ser responsável por marcar o atacante Jô, um dos artilheiros da competição. Sem ritmo de jogo nesta temporada devido a sua recuperação de cirurgia, o defensor santista vê o seu duelo contra o camisa 7 do Corinthians como um grande desafio. 

"Jô é um grande jogador, não podemos dar brecha. Vive uma grande fase. Não tem desafio maior do que marcar o artilheiro do campeonato. Eu que estou voltando agora, ter que enfrentar um jogador desse nível. É fechar o espaço para não deixar ele infiltrar", afirmou Gustavo Henrique, que além do problema no joelho, sofreu uma lesão na panturrilha.

"Estou 100% fisicamente. Já estou sem dores na panturrilha. Lógico que ficar muito tempo parado e fazer um jogo de 90 minutos corre esse risco. Preferi não forçar, fiquei um tempo parado, mas agora estou 100% e à disposição", disse.

Gustavo Henrique avisou que o Santos não deve esperar o Corinthians no campo de defesa e deve iniciar o clássico para cima do rival, apesar do ataque santista figurar entre os piores do Campeonato Brasileiro.

A equipe santista marcou apenas 23 gols e, ao lado de Vitória e Vasco, possui o quarto pior ataque da competição. Hoje, o setor ofensivo da Vila Belmiro supera somente três times que lutam contra o rebaixamento: Coritiba, Atlético e Avaí. 

"Vamos jogar sempre para frente. A torcida vai nos impulsionar. Vamos tentar ir para cima ainda nos 20 minutos (início da partida), para aí sim dar a bola para eles e tentar o contra-ataque. Dentro de casa, nós que temos que impor o ritmo", concluiu.

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