Jô sobre fair play em gol de mão: "Se tivesse convicção, avisaria o juiz"

Danilo Lavieri

Do UOL, em São Paulo

O Corinthians venceu o Vasco neste domingo com um gol de mão de Jô. O atacante se atirou na bola em cruzamento de Marquinhos Gabriel e conseguiu o desvio suficiente para que a equipe vencesse o Vasco por 1 a 0 e abrisse 10 pontos de vantagem do Grêmio.

Centro da polêmica do episódio de fair play de Rodrigo Caio no início do ano, o atacante disse que só não avisou o árbitro que fez gol de mão porque não teve convicção no momento.

"Eu não vi. Se eu tivesse convicção, eu ia falar. Me joguei na bola e não vi se tocou ou não. Se tivesse tocado, eu ia falar. Mas eu me joguei, eu me projeto na bola. E se tocou ou não, é interpretação do árbitro. É a mesma coisa do meu impedimento contra o Flamengo. E eu estava 3 metros atrás", afirmou o atacante na saída do gramado.

"O juiz interpretou que não foi, então foi bom para a gente. O importante é a vitória suada, os três pontos", seguiu o atacante.

O técnico Fabio Carille ainda defendeu a posição de seu jogador. "Existe sim (honestidade no futebol), e para melhoria do futebol isso tem que ser cada vez mais comum. Mas eu estou dizendo. Muita gente em dúvida e que a bola já estava dentro. Como o Jô vai saber se estava dentro ou fora? Olha a dúvida que existe dentro do lance. Ele pode falar que pegou na mão, mas e se a bola já estava dentro?"

"Sim, eu apoiaria (se o Jô avisasse o gol). Não vou contra. Vocês estão me conhecendo e eu sou correto e honesto demais com essas coisas", completou o treinador.

Reprodução/Premiere
Jô marca com o braço em Corinthians x Vasco

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