Chegada de Oswaldo faz bem a Robinho, que vai recuperar espaço no Atlético

Victor Martins

Do UOL, em Belo Horizonte

  • EDU ANDRADE/FATOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

    Robinho cumprimenta Oswaldo em 2014. Eles vão trabalhar juntos pela terceira vez

    Robinho cumprimenta Oswaldo em 2014. Eles vão trabalhar juntos pela terceira vez

Durante os dois meses que Rogério Micale foi treinador do Atlético-MG, entre o fim de julho e o fim de setembro, ninguém perdeu mais espaço na equipe titular do que Robinho. Então titular absoluto, o camisa 7 amargou o banco de reservas em nove das 13 partidas sob o comando do antigo treinador, sendo que das nove vezes em que ficou na reserva, Robinho sequer entrou no jogo em quatro oportunidades.

A última delas aconteceu na derrota para o Vitória, no Independência. Até então vaiado pelas atuações ruins, Robinho voltou a ser lembrado pela torcida, insatisfeita com a atuação do time. Mesmo com o público gritando seu nome, o atacante não entrou. Micale optou por Marlone. Com a troca de treinadores, especialmente pela chegada de Oswaldo de Oliveira, Robinho vai ganhar mais minutos em campo.

No primeiro dia na Cidade do Galo, o novo treinador esteve rapidamente no campo, acompanhando os jogadores que não atuaram contra o Vitória ou que jogaram poucos minutos. Robinho estava entre eles e foi observado de perto pelo treinador, que vai ter uma conversa reservada com o atacante.

"Robinho é um dos grandes jogadores de todos os tempos do futebol mundial. Tive oportunidade de trabalhar com ele duas vezes no Santos, em 2005 e 2014. Fico muito triste de vê-lo no banco, sem dar a recompensa que a torcida espera. Vou conversar com ele para ver o que podemos fazer para voltar a ser o Robinho que nós conhecemos", comentou Oswaldo de Oliveira.

Ter a confiança dos principais jogadores do Atlético, inclusive, vai ser fundamental para o trabalho do treinador se desenvolver na Cidade do Galo. Experiente, com mais de 20 anos de carreira, Oswaldo de Oliveira sabe a importância de ter ao seu lado os líderes do vestiário.

"Vou ter de trabalhar muito a parte psicológica. Tenho de analisar o que tenho que fazer agora, ver esses 14 jogos e procurar ajudar a equipe no melhor que eu puder".

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