Lateral santista diz que evoluiu defensivamente e agora pretende parar Dudu

Samir Carvalho

Do UOL, em Santos (SP)

  • Marcello Zambrana/AGIF

    Daniel Guedes assumiu a vaga de Victor Ferraz, que sofreu lesão na coluna

    Daniel Guedes assumiu a vaga de Victor Ferraz, que sofreu lesão na coluna

O lateral direito Daniel Guedes, substituto de Victor Ferraz, com lesão na coluna, comentou sobre a volta por cima que deu em sua carreira neste ano. Encostado no Santos por Dorival Júnior, a revelação santista ganhou espaço com Levir Culpi e, quando joga, tem arrancando elogios dos profissionais do clube, além dos torcedores.

Daniel Guedes acredita que evoluiu defensivamente, um de seus defeitos no início de carreira. Bastante veloz e ofensivo, o jogador viveu momentos difíceis quando "subiu" ao profissional do Santos, com falhas defensivas e até pênaltis cometidos.

"Me vejo mais maduro pela quantidade de jogos completados. São 40 jogos. Vivi algumas experiências boas e outras ruins. Fiz pênalti, falta, cheguei atrasado e adiantado. Algumas coisas levam a ficar mais experiente para que possa continuar a carreira sem cometer os mesmos erros. Fico feliz pela maturidade. Um jogador para ser completo e perfeito é difícil, mas procuro evoluir e melhorar. Tinha essa deficiência, estou melhorando e sigo tentando melhorar. Busco ser mais completo no decorrer da minha carreira", afirmou Daniel Guedes.

Agora Guedes terá um grande desafio pela frente. Ele será o responsável por marcar o atacante Dudu, um dos principais jogadores do Palmeiras, no clássico deste sábado, às 19h (de Brasília), no Allianz Parque, válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

"Palmeiras tem jogadores bons, elenco rápido, veloz. Se for o Dudu ou qualquer outro, vou me empenhar ao máximo para se defender bem e ajudar o Santos não fazer gols. Temos que estar preparados por uma boa marcação independentemente de quem joga por lá", disse.

O clássico é o famoso "jogo de seis pontos". Isso porque o Santos soma 44 pontos ganhos (10 a menos que o líder Corinthians), na segunda colocação, um a mais que o Palmeiras, que tem 43, na quarta colocação.

"Pelo fato de jogar em casa (Palmeiras), com seu torcedor, vindo de algumas vitórias consecutivas, e a gente saindo da Libertadores, foi tudo muito difícil o que passou. Acredito que Palmeiras viva momento um pouco melhor que o nosso. Vamos para lá tentar uma vitória e mudar esse clima dentro do clube. Não que seja ruim, mas ficamos tristes por tudo que aconteceu. Uma vitória muda tudo isso. Melhor momento é do Palmeiras, mas vamos para tentar reverter essa situação", concluiu.

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