Improviso funciona, e Carille encara dilema: jogar com ou sem 'autêntico 9'

Do UOL, em São Paulo

O Corinthians foi campeão paulista sem um centroavante. No ano passado, o time se acostumou a acionar o atacante Jô, destaque da conquista do título brasileiro. Sem um camisa 9 de confiança neste primeiro semestre, Fábio Carille vem utilizando Rodriguinho mais adiantado.

O sistema sem centroavante tem dado resultado. Os 4 a 0 aplicados pelo Corinthians contra o Paraná, no domingo, mostraram para Carille que o time se adaptou à formação. Com a contratação de Roger, o Corinthians volta a ganhar um jogador típico de área.

Questionado de que forma pretende montar o Corinthians nos próximos jogos, Carille explicou que a formação sem 9 continuará na Copa do Brasil, pois Roger não está inscrito - o atleta já jogou o torneio pelo Inter.

"Essa está sendo a nossa cobrança, de que jogar sem 9, tem de aparecer dentro da área. Sem o nove, esses caras das pontas, os meias, os volantes são importantes. Sei que não vou contar com o Roger na Copa do Brasil. Pela Libertadores, só a gente está se classificando. Então, nossa cobrança é para que os jogadores de trás cheguem para fazer mais gols", disse Carille.

Para a sequência da temporada, Carille enfatiza a necessidade de ter um elenco numeroso. O Corinthians entrará em sua terceira competição simultânea. Na quarta-feira, o time paulista estreia na Copa do Brasil, contra o Vitória, no Barradão.

O Corinthians lidera seu grupo na Libertadores e tem 100% dos pontos nos dois jogos disputados no Brasileiro.

"Vou ter de rodar o elenco agora, ser inteligente para tomar as melhores decisões", comentou Carille.

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