Nenê faz dois no Vila Nova e Vasco chega ao 30º jogo de invencibilidade

Bruno Braz

Do UOL, no Rio de Janeiro

  • Carlos Gregório Júnior / Site oficial do Vasco

    Nenê comemora seu gol de pênalti contra o Vila Nova junto com o volante Diguinho

    Nenê comemora seu gol de pênalti contra o Vila Nova junto com o volante Diguinho

Está difícil de achar um adversário capaz de bater o Vasco. Comandado por Nenê, que fez dois gols, o Cruzmaltino manteve os 100% de aproveitamento na Série B, venceu o Vila Nova, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e chegou ao 30º jogo de invencibilidade.

A última derrota do Cruzmaltino aconteceu dia 1º de novembro do ano passando para o Fluminense, ainda pela Série A. Os dirigentes atuais do clube consideram a marca como a maior da história do clube, embora os pesquisadores considerem que, em partidas oficiais, a grande sequência foi entre 1945 e 1946, quando os cariocas ficaram 35 jogos invictos.

No próximo sábado, às 16h, o Vasco recebe o Bahia em São Januário, local onde não perde há sete meses.

QUEM BRILHOU – NENÊ DECIDE MAIS UMA VEZ

Carlos Gregório Júnior / Site oficial do Vasco

Craque da equipe, o meia Nenê novamente foi o destaque do Vasco. Além de levar perigo na bola parada, chamou a atenção com as jogadas individuais de efeito. Numa delas, sofreu o duvidoso pênalti que foi convertido pelo próprio, onde o goleiro Edson quase defendeu. Em seguida, numa falta na ponta da grande área, o camisa 10 colocou a bola "onde a coruja dorme", fazendo um gol de placa para ampliar.

QUEM FOI MAL – RODRIGO COMETE FALHAS

Carlos Gregório Júnior / Site oficial do Vasco

Capitão da equipe, o zagueiro Rodrigo prima por sua regularidade, mas nesta terça-feira não esteve numa noite inspirada. O xerife errou em lances bobos e quase entregou um gol de presente para o Vila Nova após um passe errado onde ficou no dois contra um, mas conseguiu recuperar.

EXPULSÕES APÓS O JOGO

Após Nenê cometer uma falta em Jean Carlos, o jogador do Vila Nova não gostou e deu um empurrão no vascaíno. O volante Diguinho, que estava próximo, tentou apartar, também levou um empurrão e acabou levando a pior, já que ele e o meia goiano receberam cartão vermelho. Já o camisa 10 cruzmaltino ficou com o amarelo. Tudo isso após o apito final.

JORDI QUASE FAZ GOL DE SUA ÁREA

Um lance inusitado acontece no início do primeiro tempo. Em bola dividida, o goleiro Jordi, do Vasco, deu um chutão para frente, ela atravessou o campo e quase encobriu Edson após quicar e passar perto do travessão. O lance chegou a causar um "uhhh!" da torcida presente ao estádio Mané Garrincha.

MADSON DEIXA O CAMPO CHORANDO

Carlos Gregório Júnior / Site oficial do Vasco

Ausente das duas últimas partidas do Vasco, o lateral direito Madson voltou a sentir a lesão na coxa direita e foi substituído ainda no primeiro tempo. O jogador deixou o gramado e foi consolado pelos companheiros do banco de reservas. Ele será reavaliado pelo departamento médico.

FIM DO TABU

O Vasco ainda não havia vencido no novo estádio Mané Garrincha. O Cruzmaltino havia disputado sete partidas anteriormente. 

VILA NOVA 0 X 2 VASCO
Local:
Mané Garrincha, Brasília (DF)
Data e hora: 24 de maio de 2016, às 21h30
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira (SP) e Vitor Carmona Metestaine (SP)
Renda e público: Não divulgado
Cartões amarelos: Marcelo Cordeiro, Anderson, Robston (VIL); Rodrigo, Nenê (VAS)
Cartões vermelhos: Jean Carlos (VIL); Diguinho (VAS)
Gols: Nenê, aos 26 minutos do segundo tempo (VAS); Nenê, aos 34 minutos do segundo tempo (VAS)

VILA NOVA
Edson, Jefferson Feijão, Vinicius Simon, Anderson e Marcelo Cordeiro; Magno Silva (Vinícius Hess), Robston, Jean Carlos, Fabinho e Roger (Leandrinho); Vandinho (Frontini)
Técnico: Rogério Mancini

VASCO
Jordi, Madson (Eder Luis), Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Mattos, Julio dos Santos (Diguinho), Pikachu e Nenê; Jorge Henrique e Thalles (Evander)
Técnico: Jorginho

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