Coletivo e competitivo: Inter se reinventou para dar arrancada na Série B

Do UOL, em Porto Alegre

  • Ricardo Duarte/Divulgação

    Jogadores cresceram juntos na disputa da segunda divisão do Campeonato Brasileiro

    Jogadores cresceram juntos na disputa da segunda divisão do Campeonato Brasileiro

O Internacional lidera a Série B com seis pontos de vantagem sobre o segundo. Mas não foi sempre assim. No começo da competição, fora do G-4, o time vermelho foi alvo de frequentes reclamações da torcida. E a mudança partiu também de dentro de campo.

O time foi moldado no decorrer dos jogos. Um dos pontos conquistados foi o trabalho coletivo. Cada jogador sabe exatamente sua função na engrenagem montada por Guto Ferreira. E quando alguém falta, a solidariedade de correr pelo outro também é presente.

Foi assim na expulsão de Sasha diante do Brasil de Pelotas. Com um a menos, o esforço físico redobrou. Mas a entrega fez com que o time vermelho até criasse mais chances de gol quando inferiorizado numericamente.

"Eu fico muito feliz de fazer parte deste grupo. Com 10 jogadores, só duas trocas no jogo e não sofrer gols, ganhar o jogo. Para mim isso vale mais do que um gol. É o trabalho coletivo, um ajudar o outro, é assim que se faz em um grupo vencedor", afirmou o atacante William Pottker.

O Colorado também entendeu a disputa física existente nos jogos da segunda divisão. Passou a igualar a vontade em campo e viu salientar-se a capacidade técnica.

"A essência é a competitividade. Não importa a divisão. Partimos dessa essência, de competir da melhor maneira possível. Quando você é altamente competitivo, não importa a divisão. Claro que tem qualidade, mas a base de tudo é competir sempre", afirmou o técnico Guto Ferreira.

De folga nesta quinta o Internacional encara o Boa Esporte na próxima terça-feira, em Varginha.

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