Inter mantém plano de manutenção e não vê 'cirurgia' necessária para 2018

Do UOL, em Porto Alegre

  • Ricardo Duarte/Inter

    Leandro Damião (e), e Camilo (d), foram reforços do vice de futebol Roberto Melo (c)

    Leandro Damião (e), e Camilo (d), foram reforços do vice de futebol Roberto Melo (c)

O Inter reformulou o grupo entre 2016 e 2017 e não fará isso novamente. Independente dos resultados ruins recentemente, a direção mantém o discurso de manutenção e não vê necessidade de 'cirurgia' para a próxima temporada.

"Temos convicção do que fizemos neste ano. Reformulamos terminalmente um grupo. Foram 15 contratações, muitos jogadores saíram, é difícil fazer esta cirurgia. Ano que vem não será necessário isso. Temos bem claro nossas carências e vamos trabalhar para suprir nossas carências. Ano que vem estaremos muito mais forte", disse o vice de futebol Roberto Melo.

Segundo ele, a queda de rendimento tão perto de confirmar retorno à Série A não causa qualquer dúvida na direção do clube.

De toda forma, a pressão segue forte. Principalmente sobre o técnico Guto Ferreira, que está defeso em contrato com uma renovação automática que se consolida a partir do acesso à elite do futebol. O vínculo do treinador amplia-se por mais um ano com multa rescisória para quebra baseada nos vencimentos de 12 meses.

Entre 2016 e 2017 o Inter revolucionou seu grupo de jogadores. Contratou perto de 20 atletas e mandou mais de 30 para outras equipes. E já projeta o que quer para a temporada que vem. Mesmo que não vá mudar tanto o elenco, a ideia é contratar ao menos cinco jogadores. Entre eles, opções na lateral direita, no centro da zaga, um volante, um meia para o lado e também um atacante. 

O Internacional venceu apenas um dos últimos cinco jogos. Com 63 pontos, manteve a liderança da Série B e encara o Vila Nova-GO no próximo sábado, em casa.

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