! Dia do tri mundial vira inspiração para seleção diante da Itália - 19/06/2009 - UOL Esporte - Futebol
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19/06/2009 - 16h32

Dia do tri mundial vira inspiração para seleção diante da Itália

Nenhum jogador convocado por Dunga era vivo em 1970, mas o time que encantou na Copa do Mundo daquele ano virou fonte de inspiração da atual geração. A coincidência de enfrentar a Itália neste domingo, exatamente 39 anos depois da conquista no México, virou arma para a equipe na Copa das Confederações.

No dia 21 de junho de 1970, com gols de Pelé, Gerson, Jairzinho e Carlos Alberto Torres, o Brasil venceu a Itália na final por 4 a 1, conquistou pela terceira vez o Mundial e encerrou com um título histórico a participação de Pelé na história da competição.

"As imagens que vi daquela época são as mais bonitas. Era um time com muito toque de bola, jogadas rápidas e passagem dos laterais. Esperamos repetir a vitória contra a Itália neste domingo e, se ela vier, vamos dedicá-la à equipe de 70. Eles mostraram um grande futebol no dia 21 de junho no México e queremos fazer o mesmo dia 21 de junho na África do Sul", disse Maicon.

Às 15h30 (de Brasília) deste domingo, a seleção enfrenta a Itália no estádio Loftus Versfeld, em Pretoria, pela última rodada da fase classificatória. Um empate basta para que o Brasil avance às semifinais na condição de líder do grupo B.

Campeão do mundo em 2002, Gilberto Silva também se rende à geração liderada por Pelé. E como jogador mais veterano do atual elenco, faz questão de relembrar as conquistas do passado para valorizar a oportunidade de estar na seleção.

"Vi algumas imagens de 70 e elas emocionam qualquer um. Minha felicidade foi ainda maior porque, depois de assistir cenas daquela Copa, pude viver a mesma coisa com a seleção em 2002. E fico feliz de poder continuar na seleção, é sempre uma honra", comentou o volante.

Tal oportunidade tem ainda mais valor para Gilberto Silva. Alvo de muitas críticas nas últimas temporadas, o próprio volante admitiu que estava prestes a deixar as listas de convocação de Dunga. O fato de ter virado reserva no Arsenal o motivou a ir para um campeonato mais fraco (foi jogar na Grécia, pelo Panathinaikos) só para voltar a ter sequência.

"A mudança de clube foi fundamental. Em relação à minha última temporada no Arsenal, evoluí 30% ou 40%, mas para chegar aos 100% ainda falta alguma coisa. Mas a aposta que fiz foi decisiva para eu continuar aqui na seleção, estou muito feliz por isso", completou Gilberto Silva.

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