! EUA falam em exemplo sul-africano e "desrespeito" contra Kaká & Cia. - 26/06/2009 - UOL Esporte - Futebol
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26/06/2009 - 11h41

EUA falam em exemplo sul-africano e "desrespeito" contra Kaká & Cia.

Grande surpresa da Copa das Confederações, principalmente depois de perder as duas primeiras partidas no torneio, a seleção dos Estados Unidos chega à decisão contra o Brasil no próximo domingo com a confiança totalmente renovada, que estimula discurso de igualdade em relação aos favoritos da competição.

Nesta sexta-feira, os norte-americanos declararam que têm condições de derrotar as estrelas brasileiras no domingo (15h30, de Brasília), no confronto do estádio Ellis Park, a despeito da derrota por 3 a 0 e má atuação diante dos mesmo adversários na primeira fase.

A receita da seleção comandada pelo técnico Bob Bradley será o exemplo de marcação que a África do Sul deixou na semifinal contra o Brasil e a ousadia, item que, segundo os jogadores, não esteve presente no revés da 1ª fase.

"A África do Sul realizou um grande trabalho contra o Brasil, encurtou o espaço de Kaká e Robinho e não deixou eles jogarem. Por isso foi um jogo tão duro", comentou o técnico Bob Bradley.

"Na primeira vez, jogamos intimidados contra eles (brasileiros). Jogamos com muito respeito. Depois conseguimos desenvoltura ao longo da competição. Conseguimos nos impor contra a Espanha e temos que nos impor contra o Brasil", declarou Carlos Bocanegra, lateral-esquerdo da equipe na Copa das Confederações.

Na opinião do treinador norte-americano, a vitória na decisão de domingo passa obrigatoriamente pela anulação do jogo das duas principais estrelas do time de Dunga. "A forma como eles atacam, em contra-ataque, é a principal virtude do Brasil. Quando Kaká e Robinho têm espaço, são criadas as melhores situações. Precisamos evitar isso de qualquer maneira", afirmou.

Os EUA chegaram à decisão da Copa das Confederações com uma campanha irregular, com derrotas nas duas primeiras partidas, para Itália (3 a 1) e Brasil (3 a 0). No último jogo da fase de grupos, os norte-americanos derrotaram o Egito por 3 a 0 e conseguiram uma improvável classificação, eliminando italianos e egípcios nos critérios de desempate.

Na semifinal da Copa das Confederações, os adversários do Brasil na final derrubaram o favoritismo da campeã europeia Espanha, com vitória por 2 a 0 em Bloemfontein.

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