! Por espaço, seleção 'pede' para os EUA atacarem na final de domingo - 27/06/2009 - UOL Esporte - Futebol
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27/06/2009 - 09h03

Por espaço, seleção 'pede' para os EUA atacarem na final de domingo

A seleção brasileira está torcendo para ser bastante atacada neste domingo. Depois de encarar um adversário bem postado na defesa e sofrer para avançar à final da Copa das Confederações, a equipe de Dunga espera que os Estados Unidos cumpram a promessa de jogar de igual para igual na decisão da competição. O duelo acontece às 15h30 (de Brasília), no estádio Ellis Park, em Johanesburgo.

O jogo mais difícil para o Brasil até aqui foi contra a África do Sul, na última quinta-feira, pela semifinal. O time da casa se defendeu muito bem e apostou nos contra-ataques, usando a mesma arma que ajudou a seleção de Dunga a ter boa campanha na competição.

Passada a experiência, os brasileiros torcem para um jogo diferente contra os norte-americanos, animados pela surpreendente vitória sobre a Espanha na outra semi. "Espero que eles possam sair para o jogo para que a gente aproveite os contra-ataques. Nosso time tem se dado bem assim", projetou Maicon.

Júlio César reforçou o coro. Embora tenha trabalhado mais na semifinal e feito importantes defesas, o goleiro sabe que a seleção se apresenta melhor quando o setor ofensivo tem espaço para jogar. Contra a África do Sul, por exemplo, Ramires, Kaká, Robinho e Luís Fabiano pouco fizeram em relação aos jogos anteriores.

"Todos viram a dificuldade que o Brasil teve para achar o espaço necessário e furar o bloqueio sul-africano. Espero que domingo seja uma partida aberta. A seleção brasileira joga melhor quando enfrenta um time que vem para cima, pois temos jogadores com características para explorar os espaços", argumentou o camisa 1.

As declarações dos norte-americanos apontam para uma postura ofensiva na final deste domingo. No primeiro encontro das duas equipes, na primeira fase, o Brasil fez 3 a 0 e venceu sem maiores dificuldades. Para Luís Fabiano, esse é mais um motivo para projetar os Estados Unidos agressivos.

"Eles não vão ficar tão atrás como a África do Sul ficou, não sabem fazer isso. Os EUA já perderam uma partida para o Brasil e agora tentarão vencer, vão sair para jogo. Teremos espaço e, assim, somos perigosos, sabemos jogar nos contra-ataques", completou Luís Fabiano, artilheiro da competição com três gols, empatado com os espanhóis Fernando Torres e David Villa.

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