Jorginho exalta zagueiro Rafael Vaz: "É um finalizador nato"

Do UOL, em São Paulo

  • Paulo Fernandes/Vasco.com.br

    Rafael Vaz saiu do banco para empatar a partida contra o CRB aos 47' do segundo tempo

    Rafael Vaz saiu do banco para empatar a partida contra o CRB aos 47' do segundo tempo

O Vasco sofreu, foi vaiado, saiu atrás do placar, mas arrancou empate por 1 a 1 do CRB nos acréscimos e avançou à terceira fase da Copa do Brasil, nesta quarta-feira (18), em São Januário. Herói da classificação após sair do banco e fazer o gol de empate aos 47 minutos do segundo tempo, o zagueiro Rafael Vaz foi exaltado pelo técnico Jorginho.

"Rafael Vaz, em alguns momentos, fazemos trabalho de jogos reduzidos, marcação intensa, e ele se destaca com uma qualidade técnica, é um dos melhores de nossa equipe. É um finalizador nato", afirmou o técnico do Vasco, que tirou o atacante Thalles para colocar Vaz aos 35 minutos do segundo tempo.

"Foi pensada a substituição, já tinha pensado nisso no último jogo contra o Coritiba. Sinceramente digo para vocês, Zinho veio e falou que tínhamos só 15 minutos, olhei para o Vaz e vi ele ligado. Realmente é trabalho e saber do potencial dele. As pessoas iriam me chamar de maluco ou dizer que fizemos o certo. Mas, sinceramente, é conhecer bem o material que tem na mão como o ponto mais importante", explicou Jorginho.

"Desde que você tenha um jogador de qualidade, que cumpra a função, não tem nenhum problema. O que não pode é deixar de ser organizado. O atleta é inteligente, Jorge Henrique em uma partida já jogou, por exemplo, como zagueiro, volante e atacante", acrescentou.

Jorginho também falou sobre a importância da ausência do atacante Riascos, que retornou ao Cruzeiro, e sobre seu substituto, Thalles.

"Thalles é realmente um pivô, diferente do Riascos. Ele faz a virada de segurar bem o zagueiro, é um estilo diferente. Já o Riascos tem extrema velocidade, se movimenta, sai da área, tem um drible forte. É diferente do Thalles", afirmou Jorginho.

Por fim, Jorginho comentou as vaias à equipe no primeiro tempo, quando o Vasco esteve abaixo da média. E comemorou a recuperação da equipe no segundo tempo.

"Estou muito feliz, só um pouco cansado. São 28 jogos de invencibilidade. Não perdemos a nossa organização no segundo tempo. A vaia e o aplauso afetam o atleta."

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