Cristóvão diz que entende vaias e nega temor de ser demitido no Vasco

Do UOL, em São Paulo

O técnico Cristóvão Borges foi o nome mais entoado nas arquibancadas de São Januário durante o empate do Vasco com o Vitória, nesta quinta-feira (9), por 1 a 1, pela Copa do Brasil. Mas não de uma maneira positiva: a torcida cruzmaltina xingou o treinador e pediu sua saída durante boa parte do segundo tempo.

Após o jogo, ele minimizou as hostilidades e disse que não pensa em deixar o clube. "A torcida está querendo o que nós também queremos: ganhar e jogar bem. Vamos seguir no trabalho. Não tenho preocupação", disse, ao ser questionado sobre um possível risco de demissão.

O treinador avaliou que o Vasco jogava bem até o pênalti infantil cometido pelo estreante Manga Escobar. Aos 23 minutos do segundo tempo, o colombiano caiu na área e agarrou a bola, acreditando ter sofrido uma falta que não foi marcada.

"Estamos chateados. Jogamos um bom primeiro tempo, fomos melhores no segundo, tínhamos tudo para criar a vantagem. Com o time do Vitória com dez, a ideia era ficarmos mais agudos. Mas aí teve o pênalti", afirmou.

"A equipe está sendo refeita em relação a 2016, isso requer tempo. Não conseguimos uma regularidade. Trabalhamos dentro da realidade. O Vasco está precisando de boas notícias e de resultados, temos ciência disso", completou.

Cristóvão ainda falou sobre uma possível perseguição da torcida contra ele. "Tenho estudado para entender isso ao longo da minha carreira, e ainda não tenho conclusão".

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