"Faltou maturidade", avalia Cuca após queda do Palmeiras na Copa do Brasil

Do UOL, em São Paulo

Cuca preferiu não eleger apenas um culpado pela eliminação do Palmeiras após o empate por 1 a 1 contra o Cruzeiro na noite desta quarta-feira (26). O treinador analisou a queda na Copa do Brasil de uma maneira coletiva e lamentou pela falta de maturidade de sua equipe.

Na cabeça do técnico, os palmeirenses deveriam saber "sofrer melhor" depois de conseguirem abrir o placar de 1 a 0 no segundo tempo. 

"A gente não estava levando um sufoco, não me lembro de uma defesa do Jailson. Não foi um sufoco que o Cruzeiro achasse ou merecesse fazer o gol. O lateral esquerdo estava de centroavante, já era 40, 40 e poucos, e aí faltou um pouco de maturidade para gente, de saber sofrer o final do jogo, porque não tínhamos sofrido ainda. Não estava levando sufoco e, mesmo bem posicionados na área, com a maioria, tomamos o gol. Não adianta achar culpado, é vida que segue. Temos o Brasileiro e a nossa Libertadores pela frente", afirmou.

Segundo o técnico, é normal que o jogo não tenha tido muitas chances para os dois lados por causa da estratégia proposta pelos técnicos após o empate por 3 a 3 na ida em São Paulo.

"Um jogo decisivo assim você não vai ganhar a classificação no primeiro minuto. Mesmo que saia na frente, faltou ficar com a bola quando a gente estava na frente. Quis valorizar o resultado jogando ela para longe. Não é assim que se faz", completou.

Cuca ainda disse que a sua equipe não está jogando mal e avaliou como positivo o período de dez dias afastado de São Paulo. Neste tempo, a equipe empatou com Flamengo e Cruzeiro e venceu o Sport. 

"O Palmeiras não está jogando mal, está jogando relativamente bem, cada jogo é uma história. Jogou bem contra o Flamengo por um tempo, jogou muito bem contra o Sport e hoje poderíamos até ter passado. Foi igual o jogo", explicou.

Por fim, o técnico admitiu insatisfação com Wilton Pereira Sampaio. O árbitro foi chamado por Felipe Melo de caseiro após o apito final. Cuca também citou a pressão cruzeirense durante a semana.

"Tem lances do jogo que você sente que pode fluir mais, que o jogo tende a melhorar. Outro dia perdemos o jogador e ele saiu pelo ladinho que estava. E hoje teve que pedir pelo amor de Deus para sair", finalizou. 

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