Santa Cruz e Campinense avançam e fazem a final da Copa do Nordeste

Do UOL, em São Paulo

  • Edson Ruiz/Coofiav

Santa Cruz e Campinense são os finalistas da Copa do Nordeste. A equipe pernambucana avançou com uma vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, na Fonte Nova. Já o time paraibano, após vencer por 1 a 0 no tempo normal, levou a melhor nos pênaltis sobre o Sport no estádio Amigão, em Campina Grande. 

As equipes fazem a primeira final no dia 27 deste mês, com mando de campo do Santa Cruz. 

JOGO NERVOSO NA FONTE NOVA

O Santa Cruz garantiu sua ida à final da Copa do Nordeste com uma vitória por 1 a 0 sobre o Bahia, na Fonte Nova, neste domingo. A partida de ida, disputada no Arruda, acabou 2 a 2.

O gol que colocou a equipe pernambucana na decisão foi anotado aos 13 minutos do primeiro tempo pelo atacante Grafite, que aproveitou uma falha do zagueiro Robson, levou a melhor sobre o goleiro Marcelo Lomba e tocou para as redes.

Após sofrer o gol, o Bahia pressionou muito o Santa Cruz, mas parou no goleiro Tiago Cardoso, que fez ótimas defesas na Fonte Nova.

Na segunda etapa, o time da casa perdeu chances incríveis de igualar o placar. Os atacantes Edigar Junio e Hernane não foram felizes nas finalizações.

Aos 34 minutos, os jogadores do Bahia pediram a expulsão de Grafite e se revoltaram com a arbitragem. Em meio à confusão, Milton Mendes, técnico do Santa Cruz, deu uma cabeçada no auxiliar do Bahia e foi expulso pelo árbitro.

O clima ficou tenso na Fonte Nova até o apito final. Três atletas foram expulsos nos últimos minutos do jogo: Robson e Moisés, do Bahia, além de João Paulo, do Santa Cruz.  

CAMPINENSE AVANÇA NOS PÊNALTIS NO ESTÁDIO AMIGÃO
 
No estádio Amigão, em Campina Grande, o Campinense bateu o Sport por 1 a 0 no tempo normal. Como o time pernambucano havia vencido a partida de ida pelo mesmo placar, o segundo finalista da Copa do Nordeste foi decidido nos pênaltis. 
 
O centroavante Rodrigão, já negociado com o Santos para o segundo semestre, foi o autor do gol do Campinense. Aos 16 minutos do segundo tempo, ele recebeu bola de Jussimar e, entre os zagueiros adversários, mandou para as redes. 
 
Apesar da empolgação da torcida local, o primeiro tempo não teve muitas emoções. Na segunda etapa, o Campinense pressionou o Sport e, sem êxito, foi em busca do segundo gol. 
 
Faltando poucos minutos para o fim do tempo normal, o goleiro Magrão, especialista nas defesas de pênaltis, foi chamado pelo técnico Falcão e substituiu Danilo Fernandes. 
 
A iniciativa do treinador, no entanto, não surtiu o efeito desejado. Magrão defendeu o pênalti cobrado por Tiago Sala, mas Renê, Luiz Antonio e Johnathan Goiano, do Sport, perderam suas cobranças. O Campinense, mais eficaz nas penalidades, venceu a disputa das penalidades por 3 a 1 e levou à loucura sua torcida. 

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