Muricy minimiza assédio a Guerrero em tribunal: 'Não quer dizer nada'

Vinicius Castro

Do UOL, no Rio de Janeiro

Guerrero foi apenas advertido no TJD-RJ (Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro) pela confusão com o zagueiro vascaíno Rodrigo e virou centro de uma polêmica antes da última rodada da Taça Guanabara. Os cruzmaltinos não concordaram com o veredicto e o procurador-geral André Valentim recorrerá ao Pleno.

Mas o fato de o camisa 9 ter posado para fotos com os auditores e árbitros após a audiência foi visto de forma negativa pela Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro). Tanto que o juiz Lenilton Rodrigues estava escalado para Flamengo e Bangu, às 16h, domingo (17), em Macaé, e foi retirado da escala.

Nesta quinta-feira (14), um sereno Muricy Ramalho comentou o caso e isentou o jogador. Guerrero atendeu ao pedido da presidente da Segunda Comissão Disciplinar Renata Mansur e virou o centro das atenções para a rodada decisiva.

"Não vi nada de excepcional. Não quer dizer nada em relação ao árbitro. Isso acontece. Pedem fotos, camisas. Se for tirar todos os árbitros que pedem foto, não sobrará ninguém. Ainda mais com os celulares. Isso não diz que o juiz tem alguma tendência em fazer qualquer coisa errada", afirmou.

Questionado se teme perder Paolo Guerrero para os jogos decisivos do Campeonato Carioca por conta do novo julgamento, Muricy Ramalho se esquivou e deixou claro que conta com o centroavante. Vale lembrar que o Flamengo ainda precisa confirmar a classificação.

"Não quero falar de julgamento. Eles que decidem. O Guerrero está livre para jogar e conto com ele nas finais. Não quero dar opinião de uma coisa que não domino muito. Ele está liberado", encerrou.

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