Botafogo vence Fla e vai à final do Carioca com provocação ao "cheirinho"

Vinicius Castro e Bernardo Gentile

Do UOL, no Rio de Janeiro

O Botafogo venceu o Flamengo por 1 a 0 nesta quarta-feira, no Maracanã, e se classificou para a final do Campeonato Carioca. O gol da partida foi marcado por Luiz Fernando que venceu a timidez e provocou o rival na comemoração. Ele colocou os dedos no nariz em clara provocação ao "cheirinho de hepta", criado pelo rival em 2016, quando viu o Palmeiras ser campeão do Brasileiro.

Fluminense e Vasco definem nesta quinta-feira, também no Maracanã, quem será o adversário do Botafogo na final do Carioca – disputada em dois jogos: 1 e 8 de abril.

Botafogo reclama de pênalti em Carli

Mal começou o jogo e um lance polêmico chamou logo a atenção. Aos 16min, Moisés cruzou para a grande área e Carli tentou a infiltração. Ao iniciar a corrida, levou uma pancada de Diego na boca do estômago e caiu ao chão. O comentarista de arbitragem da TV Globo, o ex-árbitro Arnaldo César Coelho considerou o lance como pênalti não marcado.

Botafogo assusta em bola parada

Em jogo truncado, as bolas aéreas eram boa alternativa para tentar abrir o placar. O Botafogo foi o primeiro a levar perigo com Igor Rabelo. O zagueiro do Botafogo subiu mais que os adversários e cabeceou firme para boa defesa de Diego Alves.

Fla responde na mesma moeda

O Flamengo respondeu na mesma moeda. Apesar de estar melhor em campo, o Rubro-negro tinha dificuldade de crias boas oportunidades e abusou das bolas aéreas. O gol quase saiu aos 24min, quando Réver desviou no segundo pau e Willian Arão completou, mas mandou para fora.

Rabello salva defesa do Bota 

O lance animou o Flamengo, que passou a pressionar o Botafogo. Lucas Paquetá mostrou talento ao driblar Marcinho e cruzar na medida para Vinicius Jr, que estava preparado para mandar de cabeça para o gol. Igor Rabello, no entanto, interviu no último segundo e evitou a finalização.

Luiz Fernando abre o placar e provoca Fla

Quando estava pior no jogo, o Botafogo encaixou contra-ataque mortal. Aos 38min, Rodrigo Lindoso roubou bola e fez passe com categoria para Marcinho. O lateral direito foi até a linha de fundo e rolou para Luiz Fernando, de frente, fuzilar a meta de Diego Alves. Na comemoração, o atacante tapou o nariz com os dedos, fazendo uma provocação ao "cheirinho de hepta", criado pelo rival na temporada 2016, quando perdeu título para o Palmeiras.

Fla insiste na bola aérea, mas Jefferson defende

Paulo César Carpegiani mudou no intervalo, mas o Flamengo seguiu da mesma forma em campo. Tanto que as principais jogadas ofensivas vinham através de cruzamentos para área. Aos 13min, Lucas Paquetá cabeceou firme, mas Jefferson fez defesa tranquila.

Vinicius Júnior fura e perde boa chance

Em desvantagem, o Flamengo se jogou ao ataque com o passar do tempo. E Vinicius Júnior teve grande oportunidade para empatar. O jovem rubro-negro viu a bola sobrar limpa para ele dentro da área, mas vacilou na finalização e acabou 'furanndo'.

Dourado acerta a trave

A pressão aumentava a cada minuto e o gol do Flamengo parecia questão de tempo apesar da entrega defensiva do Botafogo. Após cruzamento da direita, Henrique Dourado se antecipou à zaga e cabeceou firme na trave direita de Jefferson.

Geuvânio quase marca

Aos 38min do segundo tempo, Geuvânio viveu seu grande momento na partida após entrar no intervalo. O apoiador dominou a bola na entrada da área e finalizou no capricho. A bola saiu plea direita de Jefferson, que só olhou.

FLAMENGO 0 X 1 BOTAFOGO

Data/hora: 28/03/2018, às 21h45
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Auxilares: Wagner de Almeida Santos e Daniel do Espírito Santo Parro
Cartões amarelo: Jonas e Cuellar (FLA) Jefferson e Igor Rabello (BOT)
Gols: Luiz Fernando, aos 38min do primeiro tempo;

Flamengo
Diego Alves; Pará, Réver, Rhodolfo e Everton; Jonas (Geuvânio), Lucas Paquetá (Marlos Moreno), Willian Arão (Cuellar), Diego e Vinicius Júnior; Henrique Dourado
Técnico: Paulo César Carpegiani

Botafogo
Jefferson; Marcinho, Joel, Igor Rabello e Moisés; Rodrigo Lindoso, Marcelo, Léo Valência (Rodrigo Pimpão), Luiz Fernando e  Renatinho (Marcelo Benevenuto); Brenner (Pachu)
Técnico: Alberto Valentim

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