UOL Esporte Campeonato Gaúcho
 
27/02/2010 - 07h00

Silas diz que favoritismo não influencia na final e promete luta pelo 2º turno

Marinho Saldanha
Em Porto Alegre

A final do primeiro turno do Gauchão será disputada entre Grêmio e Novo Hamburgo. Naturalmente, o time da capital é favorito ao título, uma vez que é muito maior que seu adversário. Porém, segundo o técnico gremista, ser mais cotado ao título não é vantagem para o time tricolor.

"Ser favorito não garante a vitória. Todos sabem que o Grêmio é maior que o Novo Hamburgo. Porém, do lado de lá tem jogadores de qualidade. Eles são experientes e tem um treinador capacitado. A forma que estamos encarando o jogo, com muito respeito, demonstra que estamos conscientes da responsabilidade", disse o treinador em entrevista coletiva.

Silas ainda referiu que não tem certeza da forma que o adversário entrará em campo. "Vi o jogo contra o Inter duas vezes e não sei ao certo qual a proposta do Gilmar (Iser). Não sei se vai vir para o jogo ou se defender. Só sei como nós vamos entrar e este é o primeiro passo para vencermos" referiu.

O treinador citou o que significa a conquista do turno em seu princípio de trabalho no Grêmio. "Significa o encaminhamento de um trabalho. O torcedor está muito triste porque o Grêmio chega nas fases decisivas mas não tem conquistado. A vitória traria autoestima ao torcedor, o levantar a cabeça e manter ela levantada, isso o torcedor merece faz algum tempo" ressaltou.

Porém, Silas descartou um relaxamento no segundo turno, caso o Grêmio conquiste o primeiro. "Se nos ganharmos o primeiro turno ainda não somos campeões de nada, mas teremos andado 50% do caminho, já estaremos na final", disse. "Se confirmar nosso título, a partir de segunda-feira é tempo de "apertar parafuso". Não iremos afrouxar em nada, vamos para a conquista do segundo turno e da Copa do Brasil. Só vai aumentar o nosso trabalho daqui para frente", completou.

Silas Pereira comenta do Grêmio contra o Novo Hamburgo neste domingo, às 17h, no Olímpico. Sem títulos desde 2007, o clube vê a possibilidade de receber de Fernando Carvalho, presidente do Internacional, a taça de campeão.
 

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