UOL Esporte Campeonato Gaúcho
 
04/03/2010 - 09h30

Gol ajudará Giuliano no objetivo de render o mesmo de 2009 no Inter

Jeremias Wernek
Em Porto Alegre

Giuliano é elogiado pelo técnico do Internacional repetidas vezes. Os demais companheiros apontam o jovem meio-campo como um jogador de muita habilidade e futuro. O perfil do camisa 11 do Inter tem caráter correto, bom futebol e consciência. Esta última capaz de fazer Giuliano reconhecer que não vinha bem e comemorar o bom jogo que fez diante do Santa Cruz, na goleada de 4 a 1, nesta quarta-feira.

Atuação ruim contra o Emelec, no primeiro jogo da Libertadores, este é o referencial negativo de Giuliano no Inter de 2010. De resto, toda lembrança é boa. “Sabia que não estava rendendo tudo aquilo que podia. Fico feliz por ter feito um gol, ter ajudado minha equipe, por ter dado mobilidade ao meio de campo”, comentou o meia, ex-Paraná.

Passado não contenta meio-campo

O jogo ainda estava em aberto, 2 a 1 para o Inter, quando Giuliano driblou um marcador, pedalou e bateu no ângulo de Cássio, goleiro do time adversário. A bela jogada serviu para acalmar os críticos e fazer nascer uma pergunta: Giuliano será capaz de jogar tanto quanto no ano passado? Sim, pelo menos essa é a garantia que parte do próprio. “Esse é meu principal trabalho. Procurar fazer o que fiz em 2009 e crescer a cada dia. Não posso olhar o passado e me contentar com o que fiz. As boas atuações virão e aí vou estar satisfazendo a todos”, analisou.

A sequência de jogos entre os onze titulares de Jorge Fossati só foi possível pela lesão na face do meia D’Alessandro. Com a volta do gringo, Giuliano pode até sair do time. No entanto, a possibilidade que ganha força no Beira-Rio é que a criação do Internacional seja dividida entre ambos, com apenas um atacante a frente, Alecsandro.

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O motivo, além do bom rendimento de Giuliano e a titularidade absoluta de D’Ale, é a baixa resposta das peças testadas por Fossati ao lado de Alecsandro. Nomes como Edu e Taison ainda não deslancharam na segunda função de ataque. Kleber Pereira, 34 anos, precisa de melhor forma física. “Só usei o Kleber contra o novo Hamburgo por que fui obrigado, mas ele ainda precisa de mais tempo. Ficou sem jogar durante muitos meses”, disse o treinador vermelho, em entrevista coletiva.
 

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