Sem Jesus e com gol de Danilo, City goleia e vence a 17ª seguida

Do UOL, em São Paulo

  • Alex Livesey/Getty Images

    Agüero comemora gol do Manchester City

    Agüero comemora gol do Manchester City

O Manchester City segue imparável no Campeonato Inglês. Neste sábado, o time de Pep Guardiola conseguiu sua 17ª vitória consecutiva no Inglês. A vítima desta vez foi o Bournemouth: 4 a 0. Gabriel Jesus assistiu ao jogo a partida no banco e viu Agüero marcar dois gols. Danilo fez mais um e Sterling completou a goleada. 

Com esse triunfo, o City aumenta o recorde de vitórias seguidas. É a melhor sequência da história do Inglês, superando as 13 vitórias do Arsenal em 2001/2002 e do Chelsea, em 2016/2017. Na classificação, o passeio continua.

O City está na liderança com 55 pontos, 14 à frente do Manchester United, o vice-líder que ainda joga neste sábado.

Para este sábado, Guardiola optou por Sergio Agüero para atualizar centralizado no setor ofensivo. O Manchester City imprimiu forte ritmo ofensivo durante toda a primeira etapa e teve excelente participação do brasileiro Fernandinho.

Foi dos pés dele, inclusive, que saiu a belíssima assistência para Agüero. O argentino aproveitou o cruzamento para mergulhar e fazer bonito gol de cabeça. Foi o 100º gol dele no Etihad Stadium.

No segundo tempo, logo aos 8 minutos, o City praticamente garantiu a vitória. Sterling finalizou belíssima jogada coletiva que começou com David Silva e passou por Aguero antes de morrer no fundo do gol do Boremouth.

Daí para frente, o City apenas trocava passes para não correr riscos e criava chances sem se expor. Foi assim que Agüero fez mais um no jogo. Gündogan abriu para Bernardo Silva, que cruzou na cabeça do argentino. Depois, foi a vez de Sterling achar Danilo correndo pela esquerda. O brasileiro ficou cara a cara com o adversário e fez o 4º.

Guardiola diz entender chateação de quem não joga

Após o jogo, Pep Guardiola afirmou que entende que os jogadores que não sejam escalados, como é o caso de Gabriel Jesus, fiquem chateados, mas ponderou que isso faz parte da administração de um elenco.

"Eu fui um jogador de futebol. Eu entendo os jogadores que são substituídos e que não jogam, que eles fiquem tristes, fiquem chateados. Se eles não se contentam com isso, não é um problema. Eles têm um ótimo relacionamento entre eles e o vestiário é um sonho", afirmou.

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