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10/10/2009 - 11h11

Fiscal pede arquivamento do caso de doping do zagueiro Cannavaro

Neste sábado, o procurador-chefe do gabinete antidoping do Comitê Olímpico Italiano (Coni), Ettore Torri, pediu ao Tribunal Nacional Antidoping que arquive o caso do zagueiro Fabio Cannavaro. O capitão da seleção italiana foi flagrado em exame após tomar um antialérgico por causa de uma picada de abelha.

  • Maurizio Degl'Innocenti/EFE

    Picada de abelha forçou o uso urgente de antialérgico por parte do zagueiro italiano

Segundo uma nota do Comitê, Torri fez o pedido "após confirmar a veracidade do episódio que originou o caso [a picada de abelha], assim como o comportamento dos médicos e por não ter sido entregue ao atleta uma carta do Comitê de Isenção com Fins Terapêuticos (CEFT)".

Torri se referia à carta que o CEFT havia enviado à Juventus, na qual pedia ao clube uma documentação comprovando que Cannavaro usou o medicamento em condições de emergência. No entanto, a carta nunca foi aberta. Por engano, ela estava no escritório errado dentro da sede do clube de Turim.

Torri considera que não houve má fé, mas que se investigações posteriores demonstrarem o contrário, irá atuar contra os responsáveis. O comunicado acrescentou que "o fiscal pode proceder contra outros sujeitos se comprovado que são responsáveis".

Na última quinta-feira, foi relatado que Cannavaro testou positivo em um exame antidoping e que havia solicitado de forma regular uma dispensa do controle, por ter usado um antialérgico em uma situação de emergência, após ter sofrido uma picada de abelha no dia 28 de agosto. Por faltar um documento em sua solicitação, o jogador acabou submetido ao exame, que deu positivo.

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