UOL Esporte Libertadores
 
05/08/2010 - 10h34

Elenco do Inter refuta superstição e coincidências de 2006 para ser finalista

Jeremias Wernek
Em Porto Alegre

Copa do Mundo, título gaúcho perdido para o Grêmio, eliminação da seleção brasileira nas quartas de final e derrota na estreia do Campeonato Brasileirão são esteios de uma crença por parte da torcida do Inter no bicampeonato da Copa Libertadores. Só que no estádio Beira-Rio, do lado de dentro do campo, ninguém quer ligar os fatos aleatórios com um possível novo sucesso.

“Eu não tenho superstição. Sempre acredito em trabalho. O trabalho é a chave. Estar focado e fazer o melhor. Procurando fazer o que sempre é o melhor. Concentração e o querer, nisso que acredito”, disparou o zagueiro Índio, remanescente do grupo campeão da América em 2006.

Além de Índio, Fabiano Eller e Bolívar também participaram da campanha. O trio Renan, Tinga e Rafael Sóbis chegou há pouco para reforçar o hall de jogadores que estavam no clube quatro anos atrás.

O técnico Celso Roth é mais um que não compartilha das crenças extra-campo. “Tenho superstição: trabalho. Trabalhar e trabalhar muito. Essas coincidências de 2006 para agora é difícil de dizer. Se falar ao contrário as pessoas podem ficar chateadas. Se elas funcionarem, ótimo”, comentou.

“Mas se eu digo que minha superstição é trabalho é mais uma coincidências, por que certamente em 2006 também houve isso”, destacou Roth, se referindo ao técnico Abel Braga, campeão da América do Mundo naquela temporada.

Para conseguir chegar a terceira final de Libertadores, o Inter só precisa de um empate dentro do estádio do Morumbi. Vencedor da primeira partida, o time gaúcho pode até perder, desde que marque gols. A grande mudança na equipe em relação ao primeiro jogo fica por conta de Tinga, que estava suspensão devido à expulsão na final de 2006.
 

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