Jogadores do Palmeiras explicam excesso de "chutões" no segundo tempo

Do UOL, em São Paulo

Os lançamentos na saída de bola têm sido motivo constante de críticas no Palmeiras. Na partida desta quinta-feira (3), contra o Rosario Central, pela Libertadores, o recurso voltou a ser utilizado no segundo tempo, quando a equipe alviverde vencia por 1 a 0.

"Nós conversamos muito sobre isso (chutões) e conseguimos controlar o jogo no primeiro tempo. No segundo, por causa do campo que estava encharcado, o Marcelo pediu para que se não desse para sair jogando, era para tentar a ligação direta. O problema foi que o campo ficou bom e a gente continuou com esse pensamento", explicou o lateral Lucas, depois da partida.

Também questionado sobre os "chutões", o zagueiro Vitor Hugo defendeu a utilização do recurso. "Não vou tentar tocar para um cara marcado, para ele perder a bola e a gente levar o gol. Melhor lançar para o atacante lá na frente, porque se ele perder, está longe do nosso gol".

Os maiores problemas do Palmeiras na saída de bola aconteceram no segundo tempo, quando a equipe entrou mais recuada e permitiu uma pressão maior por parte do Rosario Central.

"Infelizmente, não conseguimos sair jogando (no segundo tempo) como saímos no primeiro tempo. Eles estavam marcando em cima e não se pode arriscar muito. Nos tiros de meta, não dava para sair jogando", explicou Gabriel Jesus à "Rádio Globo". "Lógico que tem que trabalhar para conseguir sair jogando, mas infelizmente não deu".

Apesar das dificuldades, o Palmeiras saiu de campo com a vitória por 2 a 0 sobre o Rosario Central, com gols de Cristaldo e Allione.

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