Vôlei e empate na estreia podem tirar Atlético-PR da Arena na Libertadores

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL, em Curitiba (PR)

  • Divulgação/Clube Atlético Paranaense

O empate entre Atlético-PR e Universidad Católica (2 a 2) na primeira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores pode sair mais caro do que o Furacão imaginava. Além de complicar as chances de classificação, obrigando a equipe a buscar ao menos uma vitória fora de casa, também diminui as chances de o time terminar a fase em primeiro lugar no grupo, o que seria uma solução fácil para outro problema.

O acordo anunciado entre Atlético e FIVB (Federação Internacional de Vôlei) para que a Arena da Baixada receba jogos da Liga Mundial de Vôlei prevê que o estádio fique à disposição da confederação entre 4 e 8 de julho, mesma semana em que estão marcados os jogos de ida das oitavas de final da Libertadores.

Caso termine em segundo lugar no grupo, o Atlético-PR teria então dois caminhos: solicitar o adiamento da primeira partida à Conmebol, para jogar na Arena, ou escolher outro estádio para mandar seu jogo.

O regulamento prevê que as equipes de melhor campanha na fase de grupos decidam a vaga com o segundo jogo em casa. Todos os primeiros colocados dos grupos terão essa prerrogativa. Considerando que o Atlético consiga se classificar, entrar em segundo lugar trará à tona um antigo trauma do clube: não conseguir decidir uma série da Conmebol na Arena da Baixada. Em 2005, quando decidiu a competição contra o São Paulo, o time foi proibido de jogar na Arena por conta da capacidade do estádio, agora ampliada após a Copa do Mundo de 2014.
 

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