Palmeiras, Santos e Fla viajam para falar com Conmebol sobre Libertadores

Pedro Lopes *

Do UOL, em São Paulo

  • Cesar Greco/Fotoarena

    O presidente do Palmeiras, Mauricio Galiotte, dá entrevista

    O presidente do Palmeiras, Mauricio Galiotte, dá entrevista

Nesta terça-feira, os presidentes de Palmeiras, Santos e Flamengo participam de reuniões com Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, na sede da entidade, em Assunção. As visitas foram viabilizadas por Reinaldo Carneiro Bastos, que é representante brasileiro na Conmebol, presidente da Federação Paulista e participará dos encontros.

Os três clubes serão representados por seus presidentes Mauricio Galiotte, Modesto Roma Júnior e Eduardo Bandeira de Mello. O objetivo do encontro é discutir problemas especificos da Copa Libertadores e futebol Sul-Americano em geral, e promover uma aproximação entre os brasileiros e Dominguez, que preside a entidade Sul-Americana desde o começo de 2016.

Na esteira da briga generalizada no Uruguai na vitória do Palmeiras sobre o Peñarol na última quarta-feira, a violência em partidas fora de casa na Libertadores é um dos temas comuns entre os clubes. Também devem ser discutidas questões de calendário para os próximos anos, e outras coisas operacionais.

A ideia também é abrir um canal de diálogo entre a entidade e os clubes brasileiros em geral. O encontro é informal e não possui pauta específica.

"É uma visita de cortesia e de aproximação para conversar sobre vários aspectos da disputa da Copa Libertadores e sobre o futebol Sul-Americano em geral", explica Bandeira de Mello.

O caso do Palmeiras vai envolver uma conversa mais específica sobre os acontecimentos da partida contra o Peñarol – o alviverde evita falar oficialmente para não interferir na estratégia de defesa contra a suspensão de três partidas aplicada contra o volante Felipe Melo e contra uma possível perda de mando de jogos por atos de seus torcedores no Uruguai.

O Tribunal da Conmebol é um órgão independente da diretoria da entidade, e Dominguez não tem nenhuma interferência sobre os julgamentos. O diálogo com o dirigente da entidade sul-americana visa traçar planos para a prevenção de episódios similares no futuro.

*colaboraram Ricardo Perrone e Vinicius Castro

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