Roger admite dificuldades antes de expulsão e explica gritos após 3 a 0

Do UOL, em São Paulo

  • Marcello Zambrana/AGIF

    Roger disse que primeiros minutos foram "difíceis" em Barranquilla

    Roger disse que primeiros minutos foram "difíceis" em Barranquilla

O técnico Roger Machado reconheceu que a expulsão do lateral esquerdo Germán Gutiérrez, do Junior Barranquilla, logo aos 9 minutos de jogo, mudou o jogo e foi importante para a vitória por 3 a 0 do Palmeiras nesta quinta-feira (1), na estreia da Copa Libertadores, na Colômbia. O comandante alviverde disse que o time da casa era superior até ficar com um jogador a menos.

"Jogar com um a mais em 90% do tempo e se aproveitar desse jogador a mais nos deu a vantagem. Até a exclusão do jogador do Junior, pela pressão do time local, a partida estava na direção do nosso adversário. A gente soube fazer a partida se transformar e facilitar as coisas para chegar ao placar. A expulsão nos deu uma vantagem, mas o determinante foi o jogo que fizemos", declarou.

Germán recebeu cartão vermelho direto após deixar a sola da chuteira no peito de Bruno Henrique ao tentar dividir uma bola no meio-campo. O Junior, que até aquele momento atacava mais, passou a sofrer pressão do Palmeiras após ficar com dez em campo.

"A gente tem que falar contextualmente de dois jogos distintos. O Palmeiras atuou bem em boa parte do jogo, principalmente a partir da expulsão. Pela pressão do time local, os primeiros minutos foram difíceis. Depois da expulsão nós tomamos conta do jogo. Vencer fora é sempre importante, mas a confirmação desses três pontos como visitante nós teremos que fazer em casa. Para que essa vitória seja válida, não podemos desperdiçar as oportunidades de fazer três pontos no Brasil", disse Roger.

O treinador palmeirense também explicou os gritos e o nervosismo que demonstrou mesmo após o placar já estar mostrando 3 a 0. Na avaliação dele, a equipe poderia ter feito mais gols se tivesse sido mais objetiva.

"Para mim, como treinador, o maior respeito que você pode ter pelo seu adversário é fazer mais gols se tiver a possibilidade. Por vezes, mesmo com o placar decidido, percebi minha equipe tocando a bola muito sem objetividade. Aqueles meus momentos de euforia na beira do campo foram por isso. O maior respeito pelo seu rival é controlar o jogo e, se possível, aumentar sua vantagem. Saldo de gols é importante na Libertadores. Por isso a minha ansiedade em alguns momentos. O adversário ainda conseguiu uma penalidade e depois ainda entrou frente a frente com o nosso goleiro", afirmou.

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