Dá para o PSG passar pelo Real sem Neymar? Blogueiros respondem

Do UOL, em Santos (SP)

  • Paul Hanna/Reuters

    Ao contrário do Real, PSG não terá sua principal estrela no Parc des Princes

    Ao contrário do Real, PSG não terá sua principal estrela no Parc des Princes

Chegou o grande dia. Nesta terça-feira (6), às 16h45 (de Brasília), o mundo do futebol mais uma vez vai parar para assistir o principal duelo das oitavas de final da Liga dos Campeões: PSG x Real Madrid. Depois de ser derrotado por 3 a 1 no Santiago Bernabeu, o time francês tenta reverter a vantagem do rival espanhol para seguir vivo em busca do título inédito da competição europeia. Porém, eles terão que conseguir esta façanha sem sua principal estrela, Neymar, machucado. Será que dá? Fizemos essa pergunta aos nossos blogueiros, e a maioria acredita que sim. Confira:

ALEXANDRE PRAETZEL

Claro que dá. Unai Emery só precisa escalar um time mais equilibrado. É possível vencer por 2 a 0, sim. O desafio é não levar gols, algo difícil de acontecer. A defesa concede espaços generosos aos adversários. E com Cristiano Ronaldo do outro lado, a situação se complica. O jogo vale a temporada para o PSG. Ganhar o Francês já virou rotina.

ANDRÉ ROCHA

Claro que dá. Paris Saint-Germain na temporada passada enfiou quatro no Barcelona em Paris com Neymar no adversário. Mas terá que ser a partida perfeita do time francês, de preferência com um gol até os 15 minutos de jogo, e uma atuação muito ruim do time bicampeão europeu mais que habituado a este tipo de confronto. Objetivamente, o PSG tem um trunfo: gol fora de casa. Precisa tratá-lo como ouro e não ser vazado. Fazer 2 a 0 para um ataque com Mbappe e Cavani está longe de ser uma missão impossível.

JUCA KFOURI

Eu já duvidava que passasse com ele. Sem ele, então, duvido em dobro. E torço para o PSG calar minha boca. Afinal, é o jogo ideal para Cavani mostrar quem é o rei de Paris.

JULIO GOMES

Sim, dá. Vamos lembrar que o PSG, que ainda não tinha Mbappé, foi capaz de ganhar de 4 a 0 do Barcelona no ano passado. O time é muito forte, mesmo sem Neymar. E o Real Madrid não é um clube que parece imbatível na temporada. O resultado é, sim, reversível. Isso não quer dizer que eu ache que o PSG vá passar. Eu vejo o favoritismo do lado do Madrid. Mas, que dá, dá.

Paul Hanna/Reuters

MARCEL RIZZO

Sim. A falta de Neymar pode até fazer bem para o PSG em apenas uma partida, e decisiva como essa. A longo prazo, claro, não ter um jogador da qualidade de Neymar é péssimo, mas em um tiro único como esse jogo pode ser bom por dois motivos: sem o protagonista, a tendência é o time jogar de maneira mais coletiva, o que pode deixar o confronto contra o Real mais equilibrado. E segundo que a pressão para reverter a desvantagem, apesar de grande, diminui um pouco sem o astro. O PSG deve entrar mais "leve" em campo.

MAURO BETING

Dá para passar. Daria muito mais fácil se fosse com o Neymar. Mas é claro que enfrenta não só o atual campeão da Europa, mas o atual bicampeão da Europa, o maior campeão da Europa e do Mundo e que fez exatamente no jogo de ida sua melhor partida nessa temporada; e é uma equipe que normalmente faz as melhores partidas pela Champions. Não acho que vá ser tri, até porque um tri a gente não tem desde o Bayern. Mas falta camisa e vai faltar Neymar. Com o Mbappé dá para fazer diferença? Dá. A fase do Di Maria é excelente, joga em casa... Acho até que vence, mas não consegue fazer o necessário exatamente porque do outro lado está o Real Madrid, que já tinha uma grande diferença pelo resultado de 3 a 1, e agora fica muito difícil sem o Neymar.

PVC

Dá. O Real Madrid é favorito, mas se fala em mobilização do vestiário do PSG, o que pode incluir pacto entre as estrelas e o técnico atrelado aos coadjuvantes. Estrelas como Cavani, Di Maria e Thiago Silva se juntarem pode levar ao sucesso do PSG, pela questão física de Marcelo, Kroos e Modric. Pode haver virada.

RICARDO PERRONE

Dá para o PSG passar. Com ou sem Neymar a missão é dificílima. Mas está longe de ser impossível. Principalmente pelo fato de os franceses poderem contar com um substituto do quilate de Di Maria. O argentino também é capaz de desequilibrar. Porém, mais do que a ausência de Neymar, os problemas dos franceses são a vantagem construída pelo Real Madrid, vencedor do primeiro confronto por 3 a 1, e o nível do adversário.

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