Excesso de 1 a 0 faz Carille se preocupar com ataque do Corinthians

Do UOL, em São Paulo

  • Alê Cabral/Agif

    O técnico Carille durante partida do Corinthians contra o Audax

    O técnico Carille durante partida do Corinthians contra o Audax

O técnico do Corinthians, Fábio Carille, admitiu neste sábado (18), logo depois da vitória por 1 a 0 sobre o Audax, em Osasco, pela quarta rodada do Campeonato Paulista, que o time precisa melhorar na parte ofensiva.

Em quatro jogos disputados até aqui pelo Estadual, o time marcou apenas três gols, sendo que somente um deles foi de bola rolando (justamente o de Kazim, no sábado). Os outros dois saíram em lances de bola parada (Jô, de pênalti, contra o São Bento, e Pablo, de cabeça, após escanteio, contra o Novorizontino).

"Precisamos melhorar na parte ofensiva, ser mais decisivo, achar melhor o passe e fazer as melhores escolhas para a gente chegar em condição de fazer os gols", disse Carille.

Pela primeira fase da Copa do Brasil, contra a Caldense, a equipe também ganhou por 1 a 0.

Neste sábado, Carille mudou o seu ataque. Sacou Jô e Marlone para colocar Kazim e Léo Jabá, que formaram o trio com Romero. O turco se destacou ao anotar o gol da vitória, enquanto o jovem atacante de 18 anos desperdiçou três chances claras para balançar as redes. Apesar disso, recebeu elogios do treinador.

"É um jogador de lado, tem força, mas trabalhou muito pouco com o grupo. Vai ter mais oportunidades. Cumpriu bem a função (contra o Audax) e teve oportunidade de fazer gol. Vai trabalhar para melhorar", afirmou.

Em contrapartida, Carille elogiou a defesa, que só tomou gol neste Paulista contra o Santo André (derrota por 2 a 0, na Arena Corinthians). "Como nos outros jogos, (vimos) uma defesa consolidada e forte", afirmou.

Clássico

O Corinthians se prepara agora para enfrentar o Palmeiras, na quarta-feira (22), pela quinta rodada do Campeonato paulista. Após o jogo contra o Audax, torcedores da equipe alvinegra chegaram a entoar "é quarta-feira". Para Carille, isso não aumenta a pressão sobre o time.

"É normal antes de um clássico já falar do adversário (quatro dias antes do jogo). Não vejo como pressão. Estou aqui há oito anos e há oito anos eu ouço isso. O Corinthians, estando bem ou com uma equipe mais entrosada, isso sempre aconteceu. É um jogo importante como são todos os clássicos", afirmou.

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