Eduardo Baptista repete Cuca às vésperas de estreia na Libertadores

José Edgar de Matos

Do UOL, em São Paulo (SP)

  • Fotomontagem: Agência Palmeiras

    Cuca e Eduardo Baptista: mistério e treino fechado em semanas importantes

    Cuca e Eduardo Baptista: mistério e treino fechado em semanas importantes

Diante da estreia na mais importante competição da temporada, Eduardo Baptista tomou medidas semelhantes ao do antecessor Cuca. Nas últimas duas semanas, os treinamentos fechados à imprensa tornaram-se regra, justamente em um momento de maior pressão e da responsabilidade elevada sobre o elenco na Copa Libertadores da América.

Desde o clássico contra o Corinthians, jogo fundamental pela importância do rival e diante da pressão encontrada pelo treinador neste início de trabalho, Eduardo usa os treinamentos ocorrido na véspera das partidas para isolar o grupo de atletas.

Na terça-feira pré-dérbi, treino fechado. Um dia antes do compromisso do sábado passado contra a Ferroviária – no qual o Palmeiras goleou por 4 a 1 -, novo trabalho com os portões da Academia de Futebol fechados.

Na Quarta-feira de Cinzas e nesta quinta, dia anterior ao compromisso contra ao Red Bull, apenas o aquecimento dos jogadores foi liberado para a imprensa.

O compromisso desta sexta-feira, aliás, é o último antes da estreia na Copa Libertadores. No dia 8 (quarta-feira), o Palmeiras encara o Atlético Tucumán, na Argentina, pela primeira rodada do torneio sul-americano.

Os treinamentos fechados eram prática comum durante a Era Cuca no Palmeiras. Em partidas importantes, especialmente na reta final do Campeonato Brasileiro, os trabalhos táticos ocorriam com os portões da Academia de Futebol devidamente fechados.

A ação de fechar os portões dos treinamentos, comum com o antecessor, ganhou espaço desde o início do Paulista. Nas primeiras semanas de Palmeiras, Eduardo Baptista montava a equipe diante dos olhos das lentes das câmeras de cinegrafistas e fotógrafos.

Ali, naqueles primeiros dias, ensaiou o 4-1-4-1 firmado para o atual campeão nacional. As variações táticas, com o decorrer dos jogos, foram praticadas sem a presença de repórteres.

Com Cuca, deu certo; o título brasileiro, após mais de duas décadas, acabou nas mãos palmeirenses. Agora é a vez de Eduardo Baptista ratificar o embalo do Palmeiras, às vésperas do primeiro jogo da principal competição do ano: a Libertadores.

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