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Plano é aproveitar pacote de isenções em que estão outros estádios da Copa

18/08/2010 - 13h32

Fora da Copa-14, Grêmio faz lobby para conseguir isenções fiscais para sua Arena

Do UOL Esporte
Em São Paulo

O governo criou um plano para que os estádios incluídos na Copa do Mundo de 2014 pudessem ficar isentos de impostos estaduais e federais. Porém, a Arena Grêmio, que inicialmente não está incluída no Mundial, pode quebrar essa regra e também ser incluída no plano de isenção fiscal. Na última terça-feira, a governadora Yeda Crusis entregou um Projeto de Lei na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul defendendo esta ideia.

“Agora só falta a inclusão nas isenções federais, no que estamos trabalhando bastante”, afirmou Adalberto Prei, presidente da Grêmio Empreendimentos.

Caso esse projeto se torne lei, o Grêmio será a primeira entidade que não está envolvida na Copa do Mundo a receber isenções fiscais para a construção de um novo estádio. O Rio Grande do Sul indicou o Beira-Rio, de propriedade do Internacional, como representante do estado no Mundial.

Segundo comunicado, a governadora atendeu a uma reivindicação do próprio Grêmio para também se beneficiar da isenção fiscal. Agora, o presidente Duda Kroeff faz lobby para que o governo estadual e a Prefeitura possam intervir e facilitar a liberação dos impostos federais também.

Pela Medida Provisória que regulamenta a isenção fiscal federal, o Ministério do Esporte é o órgão responsável por determinar quais arenas estão incluídas no processo da Copa do Mundo e, com isso, liberar a inclusão dos benefícios.

As isenções fiscais para a construção de estádios fazem parte de um pacote de medidas exigidas pela Fifa para que a Copa do Mundo aconteça no Brasil.

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