Copa 2018

Três recordes difíceis que podem ser batidos na Copa do Mundo da Rússia

Do UOL, em São Paulo

05/02/2018 04h00

A Copa do Mundo na Rússia talvez não tenha tantos gols quanto a edição no Brasil, que igualou o recorde de 1998, mas outras três marcas difíceis podem ser quebradas a partir do dia 14 de junho. Duas delas são individuais e outra coletiva, como mostram as informações abaixo.

Seis campeões diferentes consecutivos pela 1ª vez

ADRIAN DENNIS / AFP
Imagem: ADRIAN DENNIS / AFP

Até hoje, a maior sequência de campeões diferentes em Copas seguidas é de cinco, marca que já foi registrada três vezes. A primeira foi entre 1966 e 1982, quando Inglaterra, Brasil, Alemanha, Argentina e Itália faturaram o título, pela ordem.

Depois, em 1982, começou outra série, com Itália, Argentina, Alemanha, Brasil e França, que fechou esse “ciclo” em 1998.

Agora, novamente a sequência está em cinco campeões diferentes: França (1998), Brasil (2002), Itália (2006), Espanha (2010) e Alemanha (2014).

Portanto, para que esse recorde seja batido, nenhuma dessas cinco seleções pode levar o título na Rússia. A Argentina, assim, surge como a principal candidata a ampliar a série.

Jogador mais velho a disputar uma Copa

AP Photo/Nariman El-Mofty
Imagem: AP Photo/Nariman El-Mofty

No Mundial do Brasil, o colombiano Faryd Mondragón bateu o recorde de jogador mais velho a entrar em campo numa partida de Copa do Mundo. Quando substituiu o titular David Ospina, no segundo tempo da vitória por 4 a 1 sobre e o Japão, Mondragón tinha 43 anos e três dias.

O colombiano, no entanto, já pode perder esse posto na Rússia. Isso porque o também goleiro Essam El-Hadary é capitão e um dos principais ídolos do Egito, que está de volta a uma Copa depois de 28 anos.

El-Hadary completou 45 anos em janeiro. Diferentemente de Mondragón, que entrou em campo no Brasil apenas para quebrar o recorde, o egípcio é titular de sua seleção. Assim, basta não se machucar para ficar muito perto da marca histórica.

O primeiro a fazer cinco gols em três Copas diferentes

Frank Augstein/AP
Imagem: Frank Augstein/AP

Outra marca individual pode ser atualizada na Rússia. O alemão Thomas Muller tem uma missão difícil: fazer cinco gols pela terceira vez em uma edição da Copa. O atacante do Bayern de Munique já conseguiu tal feito em 2010, na África do Sul, e em 2014, no Brasil.

Se conseguir tal feito, deixará para trás dois jogadores que também já marcaram cinco gols em dois Mundiais. São eles o peruano Teófilo Cubillas, autor de cinco gols nas edições de 1970 e 1978, e o alemão Miroslav Klose, que fez cinco gols nas Copas de 2002 e 2006.

Maior artilheiro da história das Copas com 16 gols, Klose chegou perto dos cinco gols em 2010, na África do Sul, estufando as redes quatro vezes. No Brasil, o atacante deixou sua marca duas vezes.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está fechada

Não é possivel enviar comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Mais Copa 2018

Topo