Copa 2018

Copa dos "gringos": 40% das seleções devem ter treinador estrangeiro

Hector Retamal/AFP Photo
Gareca, ex-treinador do Palmeiras, comandará o Peru na Copa Imagem: Hector Retamal/AFP Photo

Do UOL, em São Paulo

13/02/2018 04h00

A presença de treinadores estrangeiros à frente de seleções nacionais é um fenômeno consolidado no futebol mundial. E a prova disso é a próxima Copa do Mundo, na Rússia. Das 32 seleções classificadas para o torneio, 40% são comandadas por técnicos “gringos”. Se nada mudar até lá, serão 13 treinadores nessa condição.

O número é ainda mais alto se considerado que Vladimir Petkovic, comandante da Suíça, é nascido na Bósnia. No entanto, o treinador que será adversário do Brasil na estreia é naturalizado suíço e por isso não entrou na conta final.

O país que mais emplacou técnicos à frente de outras seleções foi a Argentina, com quatro nomes. Héctor Cúper comanda o Egito, Juan Antonio Pizzi dirige a Arábia Saudita, Ricardo Gareca está no Peru e José Pekerman é o treinador da Colômbia.

Colômbia que, se importou um técnico para sua seleção, por outro lado é o segundo país que mais “emprestou” profissionais. Juan Carlos Osorio é o comandante do México, enquanto Hernán Bolillo Gómez está à frente do Panamá.

Também há casos de treinadores cujos países de origem não se classificaram para a Copa, como o norueguês Age Hareide, treinador da Dinamarca, o bósnio Vahid Halilhodzic, do Japão, e o holandês Van Marwijk, que classificou a Arábia Saudita, mas na Copa estará à frente da Austrália.

O cenário também mostra que o prestígio dos argentinos segue em alta no mercado de treinadores. Além dos quatro técnicos já citados, Jorge Sampaoli, que dirigiu a seleção chilena e estava no Sevilla, foi contratado no ano passado para comandar a Argentina, fechando o grupo de cinco profissionais do país garantidos na Copa da Rússia.

Veja a lista completa dos técnicos “estrangeiros”:

Arábia Saudita: Juan Antonio Pizzi (argentino)
Austrália: Van Marwijk (holandês)
Bélgica: Roberto Martínez (espanhol)
Colômbia: José Pekerman (argentino)
Dinamarca: Age Hareide (norueguês)
Egito: Héctor Cúper (argentino)
Irã: Carlos Queiroz (português)
Japão: Vahid Halilhodzic (bósnio)
Marrocos: Hervé Renard (francês)
México: Juan Carlos Osorio (colombiano)
Nigéria: Gernot Rohr (alemão)
Panamá: Hernán Bolillo Gomez (colombiano)
Peru: Ricardo Gareca (argentino)

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