Copa 2018

Coutinho diz que aprende no Barça e vê Brasil menos dependente de Neymar

Pedro Martins/MoWa Press
Coutinho treina pela seleção brasileira em Moscou Imagem: Pedro Martins/MoWa Press

Danilo Lavieri e Dassler Marques

Do UOL, em Moscou (Rússia)

21/03/2018 12h50

Em sua primeira convocação como jogador do Barcelona, Philippe Coutinho disse que o período no novo clube tem sido de lições constantes. O meia de 25 anos disse que há diferenças em relação ao futebol inglês, mas que o que ele aporta à seleção brasileira é sobretudo a vontade. O Brasil enfrenta a Rússia na sexta-feira (23) em Moscou - na semana que vem, também pega a Alemanha em Berlim. 

"Estou me adaptando ao futebol espanhol, ao novo clube. Cheguei tem pouco tempo, e tenho na cabeça de aprender, de evoluir, sempre aprendendo a forma deles jogarem e treinarem porque realmente é diferente do que eu vinha acostumado. O que agrego na seleção é a minha vontade de vencer, de estar aqui e sempre tentando fazer o melhor", declarou Coutinho nesta segunda. 

Desta vez, contra russos e alemães, o Brasil jogará sem Neymar, mas para o meia não há tantos problemas apesar do valor do desfalque. O ponto é que, com o trabalho de Tite, a equipe tem evoluído. O substituto mais provável é Douglas Costa.

"Neymar é um jogador muito importante, um grande jogador, e claro que sentimos a falta dele. Temos que suprir de alguma forma. Crescemos coletivamente no último ano, o ponto principal da seleção é o coletivo e temos que seguir dessa maneira. Sobre tática, vai ser parecido porque alguém vai ocupar a posição dele, e quem entrar tem qualidades e chances de responder à altura", afirmou. 

Coutinho, que deve jogar em uma posição mais central, falou sobre o fato de ser talvez o jogador protagonista do amistoso em Moscou. "Essa coisa da torcida a gente esquece um pouco e não vê muito porque está focado no jogo. Acabo escutando depois do jogo se alguém falou algo, mas dentro estamos com o objetivo de uma grande partida", disse. Ele apontou sobre possíveis episódios de racismo: "é inadmissível". 

Por fim, sobre atuar na ponta direita, na esquerda ou pelo centro, Coutinho minimizou. "Quando eu tiver a oportunidade, onde for que seja, responderei à altura. Sempre respeitando a posição, o que deve fazer o jogador da posição. Sobre a posição, deixo para onde o treinador prefere e precisa", disse. 

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