Copa 2018

Boateng diz que Alemanha teve empatia por choro de brasileiros no 7 a 1

AFP
Boateng, zagueiro da seleção alemã, será titular diante do Brasil Imagem: AFP

Danilo Lavieri e Dassler Marques

Do UOL, em Berlim (Alemanha)

26/03/2018 10h00

Jérôme Boateng foi confirmado pelo treinador Joachim Löw para atuar diante do Brasil, na próxima terça-feira (27), em Berlim. O zagueiro do Bayern de Munique deve ser o único titular alemão que foi a campo quatro anos atrás, em Belo Horizonte, e falou sobre o sentimento vivido naquele dia. 

"Claro, deu para ver já no primeiro tempo [que os brasileiros estavam abalados]. Pensamos, será que é normal? Como vamos fazer? Foi um jogo que não pensávamos que seria assim. Temos que nos concentrar e jogar. Quando acabou e vimos o pessoal, não tivemos pena, mas foi emocionante...pessoas chorando após o jogo. Estávamos super contentes em ir à final, mas vimos os outros tristes e sentimos uma empatia. Se fosse na Alemanha seria parecido", declarou Boateng. 

Zagueiro que também deve atuar, Matthias Ginter também tem experiência no tema. Hoje no Borussia Mönchengladbach, ele foi reserva na Copa 2014 e titular na decisão da Olimpíada de 2016, vencida para os brasileiros. "Nós só jogávamos na Olimpíada, e para eles era um jogo especial. Acredito que mesmo um amistoso, vamos ter um sentimento do passado. Era um jogo especial para os brasileiros. A final da Olimpíada nós sentimos pela televisão, pelos jornais, era algo especial para eles, também sempre falaram do 7 a 1", comentou o jovem. 

Boateng disse que o Brasil, até o momento, não foi algo abordado por Löw. "Só falaremos disso hoje de noite. O treinador ainda não falou. É um tema para os brasileiros, para nós não é grande coisa o 7 a 1. Temos que nos preparar para um Brasil muito forte e motivado. É bom que seja assim, senão não seria tão interessante o jogo", analisou. 

A dupla de zagueiros ainda falou sobre as estrelas do Brasil, inclusive a que não jogará em Berlim. "Neymar é incrível, um jogador muito especial e que teve bastante sucesso. Sobre transferências, não entendemos muito bem os valores, e no futuro será mais e mais. Ninguém no mundo tem esse valor [222 milhões de euros que custou Neymar ao PSG]. Eu saí [do Dortmund] por 17 milhões e não acho que tenho esse valor", comentou Ginter. 

Boateng também elogiou o adversário. "A parte ofensiva é toda muito boa do Brasil. Não tem uma equipe que tenha tantos bons jogadores ofensivos. Todos atacantes e Coutinho, todos eles podem fazer bons movimentos, podem mostrar coisas especiais e são perigosos", comparou. 

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